Eletrônicos
Consequências do Ar Seco e os Benefícios de Comprar um Umidificador de Ar
Todo o ano, quando chega o inverno é mesma coisa: Ardência nos olhos, irritação na garganta, sangramentos no nariz – consequências diretas do ar seco, comum neste período do ano. Mas sabe o que as pessoas tem descobrido? Que um simples aparelho chamado Umidificador de Ar, resolve muita coisa.
E se você tem Renite, bronquite e demais “ites”, além de asma, resfriados corriqueiros, enfim, um bom Umidificador de Ar vai muito bem. E vale salientar que os Umidificadores de Ar estão mais baratos e você pode comprar na maioria das lojas de eletrônicos, inclusive Aqui!
Sua Saúde
Em dias secos e com baixa umidade do ar, ficamos suscetíveis às doenças respiratórias e à desidratação. A tendência é aumentar o ressecamento da retina ocular, problemas de alergias, como rinite, bronquite e asma, além de tosse e irritação da garganta.
O uso do umidificador de ar é essencial nestes dias secos para evitar o mal estar e outras complicações. O aparelho também ameniza os efeitos causados pelo ar-condicionado, e recomendado o uso em períodos de estiagem quando o ar fica extremamente seco.
O umidificador produz uma névoa fina e homogênea de vapor fria e inodora capaz de umidificar e purificar o ar em ambientes de até 12 m² sem alterar a temperatura do ambiente, como em salas, quartos e escritórios, o que proporciona sensação de bem estar.
São muitas questões que influenciam na qualidade do ar que respiramos como, a poluição de gases na atmosfera, a camada de ozônio, a poeira e a emissão de tóxicos. O correto é manter a umidade do ar em aproximadamente 45% a 65%, mas isso não acontece com frequência.
Confira a matéria de Rede Globo sobre o ar seco:
Respirando ar puro
Como benefício para a saúde, o umidificador e purificador de ambientes oferece uma solução eficiente e econômica para manter a umidade relativa do ar dentro dos parâmetros ideais. Garante um clima agradável, retira resíduos nocivos à saúde, fumaças e partículas de demais poluentes do ambiente.
Uma boa opção é o Umidificador de Ar – Batiki Refresh JSS 13301 que funciona através de um sistema de geração ultra-sônica, utilizando um cristal piezoelétrico, imerso num reservatório de água e vibra a uma freqüência muito alta (aproximadamente 1,6 milhões de oscilações por segundo) e gera a camada de névoa em forma de vapor de água fria.
Cuidando da saúde
As principais vantagens do umidificador consistem em possuir regulagem de intensidade da névoa eletrônica, tem design moderno com linhas arredondadas, é silencioso, com autonomia de 14 horas de funcionamento ininterrupto, conforme a regulagem de intensidade da névoa, é fácil para manutenção e limpeza, repõe a umidade ideal em ambientes situados em regiões onde a umidade relativa do ar é muito baixa e também em ambientes climatizados.
Confira os Umidificadores de Ar que nós da Mundomax possuímos para cuidar da sua saúde:
Como funciona uma Câmera Digital?
Como estreiamos a pouco tempo nossa categoria Cine e Foto aqui no Blog. Hoje decidimos escrever um artigo explicativo: Como funcionam as Câmeras Fotográficas Digitais?
A Ideia da Câmera Digital
No mundo tecnológico e digital, principalmente nos últimos 20 anos, podemos perceber um processo, digamos, “de praxe”: a conversão de informações analógicas convencionais (representadas por uma onda variável) em informações digitais (representadas por uns (1s) e zeros, ou bits). CDs, DVDs, HDTVs, MP3s e DVRs são todos feitos de acordo com esse processo. Essa mudança fundamental na tecnologia alterou totalmente a maneira como lidamos com as informações visuais e de áudio: ela redefiniu completamente o que foi possível.
E como não poderia ser diferente, a ideia da “Câmera Digital” é um dos exemplos mais marcantes dessa mudança porque é bem diferente de sua predecessora. As câmeras convencionais dependem totalmente de processos químicos e mecânicos: você nem precisa de eletricidade para utilizá-las. Por outro lado, todas as câmeras digitais possuem um computador embutido e todas elas registram imagens eletronicamente.
Do Começo
Digamos que você queira tirar uma foto e enviá-la por e-mail para um amigo. Para isso, precisará que a imagem seja representada em uma linguagem que o computador reconheça: bits e bytes. Essencialmente, uma imagem digital é uma longa sequência de 1s e 0s que representam todos os minúsculos pontos coloridos, ou pixels, que compõem a imagem (para informações sobre a amostragem e representações digitais de dados, veja esta explicação da digitalização de ondas sonoras). Digitalizar ondas de luz funciona de forma similar.
Se você quiser tirar uma foto desta forma, terá duas opções:
- Pode tirar uma fotografia usando uma câmera de filme convencional, processando o filme quimicamente, imprimindo-o em papel fotográfico e depois usando um scanner digital para digitalizar a impressão (gravar o padrão de luz como uma série de valores de pixels);
- Pode digitalizar diretamente a luz original refletida pelo seu objeto, decompondo imediatamente esse padrão de luz em uma série de valores de pixels. Em outras palavras, você pode usar uma câmera digital.
Em seu nível mais básico, uma câmera digital, assim como uma câmera convencional, possui uma série de lentes que focaliza a luz para criar a imagem de uma cena. Mas em vez de focalizar essa luz sobre um pedaço de filme, ela o faz sobre um dispositivo semicondutor que grava a luz eletronicamente. Um computador então decompõe essas informações eletrônicas em dados digitais. Todo o divertimento e os recursos interessantes das câmeras digitais vêm como um resultado direto desse processo.
Como funciona a Câmera Digital, agora sem filme
Em vez de um filme, uma câmera digital possui um sensor que converte luz em cargas elétricas.
O sensor de imagem utilizado pela maioria das câmeras digitais é um CCD, charge coupled device. Em vez disso, algumas câmeras usam a tecnologia de CMOS – complementary metal oxide semiconductor. Ambos os sensores de imagem CCD e CMOS convertem luz em elétrons. Uma maneira simplificada de pensar a respeito destes sensores é imaginar uma matriz bidimensional de milhares ou mesmo milhões de minúsculas células solares.
Assim que o sensor converte a luz em elétrons, ele lê o valor (a carga acumulada) de cada célula na imagem. É nesse ponto que estão as diferenças entre os dois principais tipos de sensores:
- Um CCD transporta a carga através do chip e a lê em um canto da matriz. Um conversor analógico para digital (conversor A/D) transforma o valor de cada pixel em um valor digital por meio da medição da quantidade de carga de cada photosite (diodo fotossensível) e converte essa medição para a forma binária;
- Os dispositivos CMOS usam diversos transistores em cada pixel para amplificar e mover a carga usando fios tradicionais. O sinal de CMOS é digital, assim ele não necessita do conversor A/D.
Exposição e foco
Assim como acontece com o filme, uma câmera digital precisa controlar a quantidade de luz que atinge o sensor. Os dois componentes que ela usa para isso, a abertura e a velocidade do obturador, também estão presentes nas câmeras convencionais.
- Abertura: tamanho da abertura na câmera. A abertura é automática na maioria das câmeras digitais, mas algumas permitem o ajuste manual para dar aos fotógrafos profissionais e amadores um controle maior sobre a imagem final.
- Velocidade do obturador: a quantidade de tempo que a luz pode passar através da abertura. Ao contrário do filme, o sensor de luz de uma câmera digital pode ser reajustado eletronicamente, de maneira que as câmeras digitais possuem um obturador digital em vez de um obturador mecânico.
Esses dois aspectos trabalham juntos para capturar a quantidade de luz necessária para produzir uma boa imagem. Em termos fotográficos, eles ajustam a exposição do sensor.
Tipos de Lente
- Lentes de foco fixo e zoom fixo – estes são os tipos de lentes das câmeras de filme baratas e descartáveis: são boas para fotos instantâneas, mas bastante limitadas.
- Lentes de zoom óptico com foco automático – similar à lente de uma câmera de vídeo, possuem opções “grande angular” e “teleobjetiva”, além de foco automático. A câmera pode ou não suportar foco manual. Elas realmente mudam a distância focal da lente em vez de apenas ampliar a informação que atinge o sensor.
- Lentes de zoom digital – com o zoom digital, a câmera pega pixels do centro do sensor de imagem e os interpola para gerar uma imagem de tamanho completo. Dependendo da resolução da imagem e do sensor, esta abordagem pode criar uma imagem granulosa ou embaçada. Você pode fazer a mesma coisa manualmente com um software de processamento de imagem: basta recortar a seção central da imagem e ampliá-la.
- Sistemas de lentes intercambiáveis – são similares às lentes intercambiáveis de uma câmera de 35 mm. Algumas câmeras digitais podem usar lentes de uma câmera 35 mm.
Armazenamento
A maioria das câmeras digitais possui uma tela de cristal líquido (LCD), de modo que você pode visualizar sua foto imediatamente. Essa é uma das grandes vantagens de uma câmera digital: você obtém um retorno de informação imediato daquilo que captura. É claro, visualizar a imagem em sua câmera perderia o charme se isto fosse a única coisa que você pudesse fazer. Você também pode carregar a foto para seu computador ou enviá-la diretamente para uma impressora. E há várias maneiras para isso.
As primeiras gerações de câmeras digitais tinham armazenamento fixo em seu interior. Você precisava conectar a câmera diretamente a um computador por meio de cabos para transferir as imagens. Apesar de a maioria das câmeras de hoje ser capaz de se conectar por meio de conexões seriais, paralelas, USB ou FireWire, geralmente elas também possuem algum tipo de dispositivo de armazenamento removível.
As câmeras digitais usam diversos sistemas de armazenagem. Eles são como um filme digital reutilizável e usam um leitor de cartões para transferir os dados para um computador. Muitos deles envolvem memória flash fixa ou removível. Os fabricantes de câmeras digitais freqüentemente desenvolvem seus próprios dispositivos de memória flash, incluindo cartões SmartMedia, cartões CompactFlash e Memory Sticks.
Resumo de Como Funciona uma Câmera Digital
São necessárias várias etapas para que uma câmera digital tire uma foto. Veja o que acontece em uma câmera CCD, do início ao fim:
- Você aponta a câmera para o tema da foto e ajusta o zoom óptico para se aproximar ou se afastar;
- Você pressiona levemente o botão de liberação do obturador;
- A câmera focaliza automaticamente a imagem e faz uma leitura da luz disponível;
- A câmera ajusta a abertura e a velocidade do obturador para a exposição ideal;
- Você pressiona completamente o botão de liberação do obturador;
- A câmera reinicializa o CCD e o expõe à luz, acumulando uma carga elétrica até que o obturador se feche;
- O conversor A/D mede a carga e cria um sinal digital que representa os valores da carga em cada pixel;
- Um processador interpola os dados provenientes dos diferentes pixels para criar a cor natural. Em muitas câmeras, neste estágio é possível ver o resultado no visor de LCD;
- Um processador pode efetuar um nível pré-estabelecido de compactação dos dados;
-
As informações são armazenadas em alguma forma de dispositivo de memória (provavelmente um cartão de memória Flash);
Bem, hoje ficamos por aqui. Confira agora nossa página de câmeras digitais na Mundomax. http://www.mundomax.com.br/_cameras_digitais
A TV Analógica vai acabar? Eu preciso de um Conversor Digital?
Há um alvoroço oficial instalado na mente do brasileiro. E isso se deve a uma das bolhas do momento: a TV Digital. O fato é que muitas perguntas rondam a mente do brasileiro, inclusive já postamos aqui um artigo TV Digital – Perguntas e Respostas. Mas ainda são muitas as dúvidas e duas das principais, vamos discutir neste artigo: A TV analógica vai acabar? Eu realmente preciso de um conversor Digital?
Sim, nossa querida TV Analógica vai acabar!
A TV em cores já existia no início de 1946, quando o engenheiro da CBS, Peter Goldmark (que também teve participação na criação do disco de vinil), desenvolveu um método de transmissão em cores. Infelizmente, o seu padrão de transmissão em cores não era compatível com os televisores existentes e, em 1953, o National Television Standards Committee (NTSC) adotou o método de transmissão em cores da RCA.
A partir daí, surgiram novas tecnologias, como o controle remoto, os provedores de tv a cabo e via satélite e os gravadores de videocassete (VCRs), etc. Mas em geral, você não precisa de tudo isso para assistir TV. Se você vive em uma área próxima de uma emissora ou das torres de transmissão, ainda pode conectar uma antena interna atrás do televisor e sintonizar a programação.
Mas tudo isso está para mudar. No Brasil, o sinal analógico deverá ser extinto totalmente até junho de 2016, segundo determinação do governo federal. Segundo o próprio governo, é tempo suficiente para tofos comprarem uma TV com conversor embutido. Será mesmo
Enquanto o prazo final para o sinal analógico se aproxima, o governo e a própria mídia estão tentando aumentar a conscientização sobre a mudança. Todos querem ter a certeza de que poucas pessoas ficarão para trás. Mas esses esforços causaram alguma confusão. Para receber os sinais da televisão digital, as pessoas precisarão de um conversor digital, seja ele externo ou embutido.
Adquirindo um Conversor DigitalOs conversores de sinal digital estão disponíveis em lojas de eletrônicos e custam média R$ 250,00 a R$ 600,00. A Mundomax administra uma política de descontos para estes aparelhos, ofertas válidas para todo o Brasil de Conversores Digitais que chegam a preços incrivelmente baixos. Saiba Mais! |
Mas e aí, eu realmente preciso de um conversor Digital?
Você pode pensar que com a mudança para a televisão digital se aproximando, precisará comprar uma TV de alta definição (HDTV). Você pode comprar uma se quiser e tem muitos motivos para isso: a HDTV oferece som melhor, imagem maior e resolução mais alta. Mas apesar da queda dos preços que surgiu com a concorrência, essas máquinas ainda estão fora da realidade do orçamento de muitas famílias.
Fica a Dica: A expectativa do mercado, principalmente com a possível saída da tecnologia LCD. É que estes equipamentos tenham queda de cerca de 15% a 20% nos preços até Fevereiro de 2012. Mas lembre-se, é apenas uma expectativa, que sinceramente não atrai muito os fabricantes.
Mas vendo, que muita gente não está nem um pouco interessado em comprar uma televisão nova, e nem possui grana para isso, e também as pessoas que compraram TVs LCD logo no início, quando ainda não vinham com conversor embutido. A solução é o Conversor Digital, não tem jeito.
Acredito que você deva estar achando tudo isso muito chato. Mas existem algumas vantagens na mudança para o sinal digital. Leia mais sobre elas na próxima página.
Vantagens da mudança do sinal analógico para o digital
Substituir o sinal analógico pelo sinal digital permitirá que as emissoras ofereçam melhor definição de imagem, pois um sinal digital pode ser comprimido muito mais do que um sinal analógico. Essa compressão permite que as emissoras encaixem mais informação no sinal. Isso significa que você recebe uma imagem mais clara com a TV digital do que receberia com um sinal analógico. Mesmo se os sinais digitais enfraquecerem à distância, assim como acontece com os sinais analógicos, eles não perderão a qualidade. Enquanto estiver recebendo sinal, a imagem será clara.
Há outra vantagem sobre a disponibilidade de largura de banda adicional. Utilizando transmissões digitais, as TVs locais também serão capazes de oferecer mais programação para o público do que poderiam com um sinal analógico. Como? Fazendo multi-transmissão, ou seja, transmitindo vários programas dentro de uma única frequência. Isso ainda não acontece, mas acredite, vai acontecer.
Ok, ficamos por aqui hoje. Convidamos você para visitar nossa página de Conversores Digitais na Mundomax, e conferir as ofertas. http://www.mundomax.com.br/coversores_tv_digital
Quais são os Tipos de Microfones?
Bem, nós já desgastamos o assunto “microfone” aqui no blog. Porém, um leitor nosso percebeu que não havia nenhum artigo apresentando os tipos de microfones. E verificando o histórico longo de artigos do blog, percebi que realmente não tínhamos.
Então hoje teremos um artigo simples, apenas para destacarmos os principais modelos e tipos de microfones que podemos encontrar na prateleiras das lojas, ou no segmento “Microfones” da nossa loja.
Você sabia que…
O microfone, como nós conhecemos, foi inventado como uma derivação do bocal de telefone, e foi um marco no nascimento do rádio e na história da comunicação. A melhor definição do microfone, em termos menos técnicos, é esta: trata-se de um equipamento que converte sons em sinais elétricos.
Agora sim: Tipos de microfone
Os microfones podem ser divididos em tipos de formato e direcionalidade. Conheça suas características:
Microfone de mão ou pedestal: é o mais usado por cantores, jornalistas e em eventos, como discursos e palestras.
ShotGun: é especialmente feito para captar sons à distância. Muito usado em cinema, em situações onde o microfone não pode ficar à vista.
Lapela: usado em gravações para a TV, garantindo que a voz da pessoa seja captada com mais constância que o de mão. O nome já diz tudo: ele costuma ser preso à roupa, no torso do entrevistado.
Contato: capta os sons diretamente da fonte sonora.
Microfone sem fio: funciona enviando o som como sinal elétrico para um transmissor que o envia para uma base onde será transformado novamente em um sinal de áudio.
Direcionalidade:
Omnidirecionais – captam os sons de todas as direções.
Direcionais – captam o som vindo de uma direção.
Bidirecionais – captam sons de direções opostas.
Cardióides – captam melhor os sons frontais
Hipercardióides – Captam com precisão os sons que vêm da frente, destacando-os mais que os que vem de trás.
Escolher um microfone não é uma tarefa difícil – a maioria dos microfones para PC ou equipamentos de áudio voltados para o uso amador não possuem muitas diferenças entre si. Se você procura um equipamento profissional, a escolha fica mais complexa, pois é necessário pensar no uso que será feito antes de escolher o formato e a direcionalidade.
Para o uso em aparelhos de DVD e Videokê, preste atenção no plug: o cabo deve ser compatível com a saída do seu equipamento. Prefira os aparelhos que já vêm com microfone próprio ou procure acessórios da mesma marca. A chance de compatibilidade e bom funcionamento é muito maior.
Bem, hoje ficamos por aqui. Não esqueça de acessar a Mundomax, no setor de Microfones, Confira: http://www.mundomax.com.br/microfones_/
Qual a diferença entre VHF e UHF?
Hoje vamos entender um pouco sobre as diferenças entre VHF e UHF, ver na prática qual que se sai melhor em suas diversas utilidades. Vamos lá:
VHF é a sigla para o termo inglês Very High Frequency (Frequência Muito Alta) que designa a faixa de radiofrequências de 30 a 300 MHz. Este tipo de sinal é utilizado para transmissão de rádio FM, utilizando a frequência entre 88-108 MHz e foi o primeiro método de transmissão televisiva. Também é utilizada em sistemas de navegação terrestre, comunicações aéreas (dos aviões) e radioamadorismo.
Normalmente é uma faixa um pouco melhor para longas distâncias em áreas abertas e zonas não urbanizadas, devido ao formato da onda de radiofrequência, de propagação mais curta.
Já UHF é a sigla para o termo inglês Ultra High Frequency (Freqüência Ultra Alta), e designa a faixa de radiofrequências de 300 MHz até 3 GHz. É ela a responsável pelos sinais de televisão atuais (canais 14 ao 83), rádio e transceptores.
É uma frequência indicada para grandes centros urbanos, pois possui capacidade de reflexão e penetração em obstáculos feitos pelo homem, como aço e concreto dos prédios, pontes, etc.
VHF x UHF: Em sistemas sem Fio, qual é melhor?
Bem, o fato é que se espalhou por aí a ideia equivocada de que os sistemas sem fio UHF têm, de alguma forma, vantagens inerentes muito superiores às dos sistemas VHF. Entretanto, os fatos simplesmente não sustentam essa noção. Assim como ocorre com muitas questões técnicas, o UHF tem tanto vantagens como desvantagens, e o mesmo ocorre com o VHF. Assim, em uma determinada situação, o UHF pode ou nem ser a melhor opção.
Há vários fatores importantes a serem considerados. Dentre eles, onde os sistemas serão usados, como serão usados e para qual finalidade ou aplicação. O custo sempre é uma preocupação e, invariavelmente, tem um papel na decisão final, pelo menos em parte. Outros fatores também podem ser importantes; por exemplo, se o equipamento será usado em muitas cidades diferentes. Só é possível fazer uma escolha consciente levando-se em conta toda a situação.
Ou seja, os sistemas UHF não detêm nenhuma grande vantagem técnica sobre sistemas VHF equivalentes. A principal vantagem da operação UHF é que há menos chance de interferência, devido ao espectro de frequência mais disponível.
A interferência devida a saídas espúrias de outros equipamentos de radiofrequência é um problema um pouco menor nas frequências UHF, porque há menos transmissores operando em frequências que podem causar problemas. A interferência devida a equipamentos elétricos, dispositivos digitais, computadores e outros equipamentos eletrônicos também é geralmente mais baixa nas frequências UHF. Isso se deve ao fato de o ruído dessas fontes se tornar menos intenso conforme a frequência aumenta. As interferências de todos os tipos não viajam uma distância tão longa como nas frequências VHF.
Os sistemas sem fio UHF custam mais do que os sistemas sem fio VHF similares. O custo maior dos equipamentos UHF se deve à necessidade de usar peças de frequência ultra-alta, que são mais caras, ao maior número total de peças necessárias e à necessidade de técnicas de fabricação mais caras. Outros custos de fabricação também são mais altos, especialmente a quantidade de tempo necessária para ajustar o equipamento e verificar seu desempenho. Embora a diferença de custo entre os equipamentos UHF e VHF esteja diminuindo, é pouco provável que ela desapareça.
A duração da bateria dos transmissores sem fio VHF é quase sempre melhor do que a das unidades UHF similares; ao longo da vida útil de um sistema, a economia com custos de bateria pode ser muito significativa. Para instalações sem fio maiores, o custo das antenas, dos cabos, dos divisores de antenas e dos pré-amplificadores para sistemas VHF geralmente é muito menor e o desempenho costuma ser melhor.
Como se pode ver, as considerações de custo tendem a favorecer a utilização de sistemas VHF, enquanto os sistemas UHF têm menos chance de sofrer interferência. Entretanto, há várias outras questões de aplicação que podem influir na escolha.
Como escolher entre UHF e VHF
- Quer a escolha seja UHF ou VHF, os sistemas de diversidade são altamente recomendados. A diversidade é especialmente valiosa para sistemas UHF, porque as perdas de sinal causadas por múltiplos caminhos são mais incômodas nas frequências UHF.
- Se os equipamentos sem fio forem operados na região central de uma grande cidade ou em uma área industrial, o UHF pode ser uma escolha melhor, devido às possíveis interferências em VHF. Entretanto, ainda é possível obter uma operação VHF plenamente satisfatória se as frequências forem selecionadas cuidadosamente e se as interferências de equipamentos industriais forem evitadas.
- Se os equipamentos sem fio forem usados em diferentes cidades, os sistemas VHF que operam nas frequências especiais na faixa de 169-172 Hz são uma boa opção econômica (aplicável nos EUA e no Canadá). Entretanto, essas frequências, às vezes chamadas de “frequências de viagem”, são muito conhecidas e não são uma boa opção em situações onde haja grande quantidade de sistemas sem fio, como em feiras e exposições. Nessas situações, os sistemas UHF ágeis de frequência serão uma melhor opção.
- Sistemas VHF e UHF de frequência fixa (canal único) nas faixas de TV podem não ser boas opções para uso em viagem. Isso porque todos os canais de TV VHF e a maioria dos UHF são usados em um lugar ou outro e os conflitos de frequência sempre acabam ocorrendo. Sistemas UHF ágeis de frequência serão uma melhor opção.
- Se os equipamentos sem fio forem usados em situações em que vários outros sistemas sem fio podem estar presentes, os sistemas UHF são recomendados. Isso porque há mais frequências disponíveis, reduzindo as chances de interferência.
- Os sistemas UHF são boas opções em situações em que é importante que as antenas sejam menores e menos visíveis, como nos casos em que os transmissores precisam ficar ocultos no corpo. O UHF também pode ser preferível se for necessário utilizar antenas de alto desempenho para aumentar o alcance.
Em suma, há muitas situações em que os sistemas VHF oferecem excelente desempenho a preços substancialmente menores do que sistemas UHF comparáveis. Entretanto, há certas situações (por exemplo, quando a possibilidade de interferência for um problema significativo) em que os sistemas UHF são a opção lógica. Obviamente, nem todas as situações foram abordadas, e pode haver complicações de um ou outro tipo, além de outros fatores que precisam ser considerados.
O Que é Wi-fi?
Hoje vamos conhecer um pouco mais sobre a tecnologia Wi-fi.
Há pouco mais de 10 anos seria improvável acessar a internet de um computador que não estivesse ligado à web por um cabo. Em 1997, o IEEE (Institute of Electrical and Eletronics Engeneers) dos Estados Unidos criou uma maneira de ter acesso a internet somente pelo sinal de rádio, o mesmo utilizado para celulares e televisões. Um adaptador sem fio lê os dados, traduzindo-os logo em seguida para a linguagem adequada e os transmite via rádio. Este sinal vai para um receptor de internet que transmite a informação ou o arquivo para o seu destino. O sinal de um comunicador wi-fi se assemelha muito ao de um walkie–talkie.
Entre as maiores vantagens de se utilizar a conexão wi-fi está o fato de poder trabalhar com mais de um computador ligado no mesmo espaço, via rádio, sem nenhum cabo para atrapalhar. Com apenas uma central de transmissão wi-fi é possível ligar vários computadores em rede. É assim que funcionam hoje muitas lan-houses, escritórios e até residências onde há mais de um computador ligado.
Wi-fi em todo lugar
Hoje, a maioria dos computadores e laptops já vem equipada com transmissores para rede sem fio. Caso o seu computador não tenha, basta comprar um adaptador sem fio que se conecte na placa do PC ou na entrada USB. Em alguns países já é muito comum a existência de rede wi-fi em estabelecimentos como restaurantes, por exemplo, para que as pessoas possam abrir seus laptops e acessar a internet sem custo.
Geralmente essas redes são bancadas pelo governo e no Brasil já é comum ter acesso a estas facilidades tecnológicas em grandes centros como o Rio de Janeiro e São Paulo, para citar dois exemplos. No Rio, a orla toda está coberta e é possível até acessar a internet tomando uma água de coco na praia de Ipanema. Em São Paulo, a rede wi-fi é mais abrangente, cobrindo quase toda a cidade.
Outra vantagem é que as redes sem fios são fáceis de se usar, baratas de montar e as interfaces, em sua maioria, são autoexplicativas, o que facilita e muito a vida do consumidor que se aventurar por este novo e belo modo de acessar a grande rede. Uma das poucas desvantagens do sistema wi-fi é que, ao usar o sinal público, é possível que outro computador também o use e isso pode gerar queda na velocidade de downloads. É como dividir uma melancia que só você quer comer. O seu pedaço vai ter que diminuir.
Cientistas do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, trabalham agora em uma nova geração de Internet wi-fi, onde a velocidade de 15 Gigabytes por segundo será adotada, fazendo com que o download de um filme dure segundos e o de uma música, menos de um. E tudo isso sem um cabo para atrapalhar sua vida. Mas este luxo não é para agora. A previsão do Instituto é que este tipo de tecnologia esteja disponível para o grande público a partir de 2011.
Até lá, haverá uma evolução gradativa, porém benéfica, para os usuários de PC que gostam de passear sem deixar de estarem conectados.
Conversor Digital “Popular” Digibox DG306-Tb da Fortrek
Chegou recentemente no Brasil mais um equipamento voltado para o sinal de TV Digital, é o Conversor Digital da FORTREK. Aí você já deve estar se perguntando: “Mais um conversor? Mas o que esse tem de diferente?” E eu te respondo: “Duas Coisas”; primeiro, ele é completo, sim, completíssimo, a Fortrek juntou recursos de um e de outro, inventou outros, e trouxe um Conversor Digital especialmente completo. O outro recurso é talvez o que te interesse mais, é que este conversor é simplesmente o mais barato do mercado, podemos dizer, é um Conversor Digital Popular Chique.
Bom, se na sua cidade já chegou o sinal digital de algumas emissoras e você foi as lojas procurar um conversor digital e retorceu o nariz só de ver os preços dos equipamentos, esta é a chance de economizar e levar para casa um equipamento de qualidade excelente.
Qualquer Televisão
Exatamente, o Digibox da Fortrek funciona com praticamento todas as televisões, já que ele possui seletor de resolução, se adequando a resolução da sua televisão. Por exemplo: as TVs de tubo (CRT), com o Conversor Fortre, vão reproduzir imagem em formato 4:3 e resolução de 480 linhas; as telas HD Ready, de plasma e LCD, exibem imagem em formato 16:9, widescreen, e resolução de 720 linhas. Já as telas Full HD – LCD, Plasma e LED – reproduzirão imagem na máxima qualidade do Sistema Brasileiro de TV Digital, oferecido pelo set-top-box da Fortrek, que são1080 linhas no formato 16:9. O padrão das transmissões HDTV da Globo, por exemplo.
Atualmente, a maioria das telas de alta definição já estão saindo de fábrica com o conversor digital integrado. Mas não tem sentido você trocar sua televisão que ainda está na garantia, por outra mais moderna. Daí a necessidade de um conversor.
Recursos
O conversor Digital Digibox Fortrek possui, além da entrada HDMI, saídas S-Vídeo, vídeo componente, áudio e vídeo estéreo, áudio digital óptica e SPDIF. Reproduz arquivos JPEG, MPEG e MP3 por meio de uma conexão USB, ou seja, basta plugar sua câmera digital, pen drive, Ipod, no conversor e visualizar as imagens e vídeos direto do conversor.
Este Conversor Fortrek é também um dos mais fáceis de instalar, pois é totalmente intuitivo.
Outro recurso interessante é o EPG, que lhe dá informações detalhadas da programação do canal, isso claro, se a emissora fornecer. Nela você pode observar a classificação do programa, a sinopse do filme e o horário de início do sua novela.
Com este Conversor Digital da Fortrek você pode ainda gravar a programação em alta definição, perfeito para registrar aquele jogo inesquecível do seu time, gravar o episódio do Telecurso 2000, e continuar dormindo, e deixar para assistir depois… e tudo em alta definição de imagem.
Mas, vale a pena lembrar que o conversor precisa de uma antena para que assim obtenha um sinal para converter. Nesse caso precisamos de uma antena UHF, como as Antena de TV digital da Sagna, da Philips, o bom dessas antenas é que elas recebem sinal digital e também o analógico.
Bem, isto é tudo. Se você quiser saber mais sobre excelente Conversor Digital, basta acessar a página do Conversor na Loja da Mundomax, Clique Aqui e Confira.
Controle Universal Funciona? Como comprar?
Resposta: Todo controle universal funciona, o problema é saber se ele é compatível com seu equipamento. Mas funcionar, funciona.
Breve Reflexão sobre Controles Universais
O controle remoto universal nada mais é do que uma maneira inteligente de consolidar a operação e o gerenciamento de seu sistema de entretenimento em um único e conveniente controle remoto. Basicamente são dois os motivos óbvios pelos quais as pessoas abrem as portas de suas casas para um Controle Universal, vamos a eles:
1º Motivo Óbvio: Praticamente, todo aparelho de vídeo ou de som doméstico vem com seu próprio controle remoto, portanto, se você fica angustiado com o excesso de controles em sua mesinha de centro, um modelo universal adequadamente equipado e configurado é sempre a melhor solução.
2º Motivo Óbvio: Todos, realmente todos, sabemos que os Controles Remotos são criaturas Suicidas; se jogam do sofá sem motivo algum, pulam das nossas mãos direto para o chão e muitas vezes ainda fogem de casa. Resultado, quando os seus controles remotos se quebram ou somem, e você não acha um igual para comprar, nem falsificado, em nenhum lugar, o jeito é partir para os funcionais Controles Universais.
Modelos de Controles Universais
Os controles remotos universais variam desde unidades básicas e baratas que controlam a TV e um pequeno conjunto de aparelhos associados até modelos maiores equipados com tela de LCD acessada por toque, custando uns US$ 400 ou mais. Não existe razão alguma para comprar uma unidade sofisticada e cara se você precisa controlar só sua TV, Blue-Ray, DVD, Videocassete e eventualmente seu “toca-fitas portátil”. Mas se você estiver pensando em expandir seu sistema de entretenimento num futuro próximo, e controlar desde a máquina de lavar até a sua empregada robótica, o melhor é certificar-se de que seu controle remoto universal esteja pronto para desempenhar qualquer tarefa.
Um controle remoto mais em conta opera sua TV e vários aparelhos associados, como um DVD, decodificador de TV a cabo e receptor de saparabólica. Ele executa tarefas básicas, como ligar/desligar, ajustes de volume, mudança de canais e reprodução simples de discos. Já os controles remotos mais sofisticados podem controlar aparelhos adicionais como receptores de home theater e DVRs, e acrescentam recursos, como botões para tocadores de discos Blu-ray ou controles de gravador de DVD, bem como botões iluminados. Alguns possuem pequenas telas de LCD que mostram menu de opções e outras informações. Modelos altamente sofisticados controlam até 20 dispositivos e alguns possuem telas de LCD grandes e coloridas, acessadas por toque com interfaces ao usuário baseadas em ícones simples de serem usados.
Um recurso comum em controles remotos universais mais avançados e que aparece cada vez mais em modelos mais baratos é o controle de macro programável pelo usuário. Digamos que você deseja ver um DVD. Em vez de ligar cada aparelho individualmente e ajustá-lo para a entrada ou modo adequados, pressione simplesmente o botão que você configurou com sua macro “tocar DVD”. O controle remoto, então, envia os comandos necessários para ligar sua TV e passar para a entrada de DVD, ligar seu receptor de home theater e ajustá-lo para o modo correto de som surround e ligar seu DVD e iniciar a reprodução do disco. Não poderia ser mais fácil.
Há várias maneiras de configurar seu novo controle remoto universal para funcionar com sua TV e outros aparelhos. Quase todo controle remoto universal inclui códigos pré-programados para uma ampla faixa de fabricantes. Para ajustar o controle remoto para operar seu DVD, por exemplo, encontre o fabricante de seu aparelho (e em alguns casos, o número do modelo) na lista fornecida e insira esse código no controle remoto. No entanto, isso pode se tornar um problema se você tiver aparelhos muito antigos ou pouco conhecidos. Além dos códigos pré-programados, os controles remotos com capacidade de captação podem copiar os sinais de seus controles remotos antigos,”captando” o sinal adequado para enviar a seu aparelho de A/V. Isso é ótimo se você tem um aparelho antigo ou um que não esteja geralmente incluído nas listas de códigos pré-programados, mas obviamente não ajudará se você está tentando substituir um controle remoto danificado ou perdido.
Alguns controles remotos universais avançados permitem até que você faça o download dos comandos apropriados de uma lista-mestre do website do fabricante. Simplesmente entre no website, identifique seus aparelhos e faça o download das informações para o controle remoto por meio de um cabo USB.
Ao escolher um controle remoto universal, a primeira coisa a ser feita é identificar a quantidade e o tipo dos aparelhos que você deseja controlar. Isso pode incluir itens óbvios como uma TV, DVD e videocassete, bem como um receptor de home theater, sintonizador de TV a cabo ou receptor de satélite, DVR, HD DVD ou tocador de disco Blu-ray, gravador de DVD, toca-fitas e até mesmo alguns controles de rede doméstica. Uma vez que você já sabe o que realmente deseja, pense agora em seu orçamento. É bom ter possibilidades de expansão, mas não há necessidade de gastar mais dinheiro quando um controle menos avançado, mas ainda assim com bastante capacidade, consegue preencher as necessidades.
Outros detalhes a serem levados em conta são formato e peso. Isso pode não parecer importante num primeiro momento, mas uma vez que o controle remoto passará a ser sua principal interface de usuário com seu sistema de entretenimento doméstico, é preciso ter certeza de que sua futura compra tenha o layout dos botões e o formato confortável para você. Se for possível, experimente um controle remoto em uma loja de aparelhos eletrônicos antes de tomar sua decisão final.
A maioria dos controles remotos universais funciona com baterias comuns, mas alguns (especialmente aqueles com telas de LCD que consomem muita energia) vêm com baterias recarregáveis internas, bem como carregadores com suportes dobráveis. Algumas unidades incluem sensores de movimento e iluminam suas telas quando são movimentadas ou tocadas, para que você não precise ficar tateando no escuro até achar o botão “iluminar”.
A maioria dos controles remotos, universais ou de outro tipo, utiliza sinais de luz IR (infravermelha) para se comunicar com seus aparelhos associados. Isso requer uma linha direta de visão entre o controle remoto e o hardware receptor. No entanto, alguns utilizam sinais de RF (radiofreqüência) que apresentam a conveniência de transmitir através de paredes ou gabinetes de home theaters. Se seu sistema de A/V fica em um gabinete que pode ser fechado ou se você sempre escuta de uma sala diferente, o controle remoto de RF é uma ótima escolha.
Existem muitas opções disponíveis, mas se você souber quais são suas necessidades e mantiver seu orçamento em mente, irá se divertir escolhendo o controle remoto universal que mais se adapte a você.
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Rádio Portátil AZ1845/55, muito utilizado no dia a dia.
A evolução é algo evidente em nossas vidas, e ainda mais clara quando se trata de tecnologia, isso faz parte do nosso dia a dia, e com os aparelhos eletrônicos não é diferente. Percebemos a evolução de muitos aparelhos eletrônicos que ganharam o status de portátil e mais que isso, sua funcionalidade não deixa nada a desejar. O exemplo que utilizaremos hoje é o dos antigos Aparelhos de Som, que depois passaram a se chamar de Micro System e agora são chamados de Rádio Portátil.
Claro que cada um deles possui suas particularidades como potência, funções e até mesmo o design. Mas a sua essência não mudou, eles continuam sendo reprodutores de áudio. Um exemplo clássico desta evolução que mencionamos acima é o Rádio Portátil AZ1845/55 da PHILIPS, ele possui inúmeras características e funções que o deixa completo, satisfazendo a necessidade de quem procura um produto compacto e portátil, mas com alta qualidade.
O Som Portátil AZ1845/55 possui características que valorizam e muito o produto, começaremos falando da sua função “Ripa CD” que permite copiar as músicas do CD para um pen drive, função encontrada em poucos aparelhos do mercado e que permite que monte uma lista com suas músicas preferidas. Também possui uma conexão USB que facilita e muito sua vida, pois sabemos que ficar carregando aquele monte de Cds já é coisa do passado, com essa conexão é possível escutar horas e horas de musicas sem sequer ter intervalos. E o mais interessante ele reproduz CD, CD-R, CD-RW, CD de MP3, WMA.
A potência do Rádio Portátil AZ1845/55 também chama atenção, ele possui 2W RMS e por possuir alto falantes bass seu som é de alta qualidade, reproduzindo graves mais profundos. Mas se engana quem pensa que os benefícios acabam por ai, ele possui alimentação bivolt e também alimentação por pilha, o que às vezes facilita e muito no uso do dia a dia. Com todas as características citadas acima ele não deixa a desejar se comparado a um Micro System.
Dica Mundomax
Este produto
é ideal para quem procura um Rádio Portátil de qualidade e que deseja leva-lo para onde for. Leve e de fácil manuseio ele pode ser levado para vários lugares como churrascos, reuniões de amigos, acampamento, pique nique e até mesmo para aquela pescaria. Imagina só você podendo fazer tudo aquilo que mais gosta com as pessoas mais queridas e se não bastasse ainda curtir o som de uma boa música. Com este Som Portátil tudo isso é possível, pois ele conta com a alimentação a pilha.
Tentamos passar neste artigo os benefícios que o AZ1845/55 proporciona ao usuário. Deixamos o convite para navegar em nosso site e ver os vários modelos de Som Portátil que possuímos.
Antena Amplificada Sagna Baby, VHF, UHF e Digital.
Já foi o tempo que precisávamos de ajuda para sintonizar os canais da TV, lembra quando precisávamos de uma pessoa para ficar girando o suporte da antena e a outra ficava gritando: Para a direita, para a esquerda, volta, volta. E as velhas simpatias como colocar um pedaço de esponja de aço na ponta da haste da antena (que coisa feia), isso hoje em dia não é mais necessário. Temos Antenas de vários tipos e modelos que nos permitem captar diversos sinais como o Sinal Digital.
A onda Digital vem invadindo nossas casas a cada dia que passa. Escutamos falar e muito sobre Sinal Digital, Alta Definição, Qualidade de Som e Imagem. E não sabemos ao certo como conseguir tudo isso. Sendo assim decidimos levar até você algumas informações sobre o mais novo lançamento da Sagna. Todos esses benefícios descritos acima podem ser obtidos com um aparelho de TV e uma Antena de boa qualidade. Pensando nisso a Sagna fez o seu mais novo lançamento, a Antena Amplificada UHF, VHF e Digital Sagna Baby que proporciona uma melhor captação do Sinal Digital para o seu aparelho de TV.
Antena Interna ou Antena Externa?
Uma dificuldade bem comum que encontramos é na hora de decidir qual o tipo de Antena devemos comprar, mas esta dúvida não é difícil de resolver basta fazermos uma análise do que realmente o ambiente no qual será instalado a Antena lhe proporciona. Se você possui uma residência e prefere ter uma Antena Externa tudo bem, mas se você mora em um apartamento onde a instalação de uma Antena Externa é mais complicada, a Antena Interna Sagna Baby é ideal para a sua necessidade. Confira no artigo anterior com todas as informações sobre as Antenas Externas Sagna SG-1100 e Antena Sagna SG-2000. 
A Antena Sagna Baby é de uso interno, ou seja, seu manuseio e instalação são bem simples, ideal para apartamentos e escritórios, com seu designe compacto e moderno ela também serve como peça decorativa no ambiente. A Antena Sagna Baby possui em seu interior um booster que faz o trabalho de amplificar o sinal recebido fazendo que ele chegue ao seu aparelho de TV com maior intensidade. E não é só isso a Antena Sagna Baby possui um ótimo custo x beneficio além de te dar 3 anos de garantia, isso mesmo, 3 anos de garantia.
Dica Mundomax
Para obter a melhor captura da imagem, sugerimos deixar a antena deitada, pois, seus circuitos de captação estão na lateral da antena, conseguindo assim um melhor aproveitamento do produto.
Especificações Técnicas:
Entrada: 100 – 240V 50/60 Hz
Tensão de saída da fonte: 12VDC
Corrente de saída da fonte: 300 mA
Tensão de saída do adaptador da antena: 5VDC
Freqüência: 174-862 MHz
Perda: 1 dB max.
Conectores: IEC 9.52mm plug / jack
Dimensão da fonte: 25 x 56 x 74mm
Ganho 18 dB
Canais 2 ao 69
Impedância: 75 ohms 3,5 m cabo coaxial / IEC-macho
Consumo: 5 V/30 mA
Dimensões Antena: 158x72x17mm
E lembre-se que para conseguir tudo isso citado acima basta escolher uma Antena Interna ou uma Antena Externa de qualidade e de fácil instalação. Você vai ver como a qualidade de imagem do seu televisor ira melhorar e muito. Confira em nossa loja as varias opções que temos em Antenas Internas.
































