guitarras
Meteoro Atomic Drive
O Atomic Drive é um excelente amplificador para iniciantes, pois conta com 20W RMS e um falante de 8″.
Este amplificador fala muito alto se considerado o tamanho que ele é. Além do ótimo timbre de distorção, do visual com acabamento primoroso e da sua potência , ele conta com toda a tecnologia dos maiores amplificadores da linha.
Possui cinco knobs: um de ganho, um de volume e a equalização de graves, médios e agudos. Oferece um ótimo clean e funciona muito bem com pedais!
Ganhou nota máxima em todos os quesitos do teste efetuado pela revista Guitar Player Brasil. Sendo um amplificador com alta performance pelo preço que é pedido nele.
O Atomic Drive é um excelente cubo para estudo, pois é pequeno e leve, sendo fácil de carregar para ensaios, apresentações, entre outros eventos.
Você pode achar o Atomic Drive na Mundomax através do seguinte link: http://bit.ly/AtomicDrive
As Guitarras Fender Stratocaster Roland V-Guitar
O fato é que a Roland e a Fender®, duas gigantes da indústria que já moldam há algum tempo o som da música moderna, através de seus produtos inovadores, muitos cobiçados por guitarristas do mundo todo, se uniram para criar um projeto pra lá de inovador.
A nova linha V-Guitar reinventou a guitarra elétrica, transformando-a em guitarra eletrônica, com o clássico design e qualidade sonora da Fender Stratocaster® e a tecnologia de ponta da Roland inserida para estender os recursos do instrumento mais amado do mundo.
Mesclando a construção, tocabilidade e o som respeitados da Stratocaster com as tecnologias da Roland, como a COSM de simulação de instrumentos e a interface GK de treze pinos, as V-Guitar são o que há de mais avançado no mercado atual para guitarras.
Assista ao vídeo abaixo e se encante:
A Roland/Fender GC-1
A linha V-Guitar também inclui a GC-1 ‘Roland Ready Strat’, uma Fender Stratocaster 100% autêntica, com o sistema de captação GK da Roland embutido. Isso lhe dá acesso instantâneo a qualquer produto que necessita de um captador GK, como o sintetizador GR-55 e o sistema VG-99. Utilizando a GC-1 com algum destes incríveis dispositivos, você conseguirá uma paleta de sons impossível de se obter com qualquer outra guitarra, de timbres clássicos de Strato a texturas ilimitadas de sintetizador e além.
A Roland/Fender GC-5
A G-5 VG Stratocaster torna esse sonho realidade, com 20 variações de instrumentos e captadores – mais a mudança instantânea de afinação – disponíveis nas pontas dos seus dedos. Com a G-5, você pode alterar seu timbre facilmente, usando apenas um instrumento ao invés de ficar trocando de guitarra toda vez que precisar de uma nova afinação ou timbre. Conecte-a em qualquer amplificador para obter sons de violão de nylon, até guitarras brutais de metal, afinadas em B, tudo isso com um simples giro de um knob.
Enfim, a V-Guitar não é uma simples guitarra; é um desenvolvimento revolucionário que trás o instrumento mais popular do mundo para os tempos modernos. Bem-vindo à nova era da tecnologia musical – a era da guitarra eletrônica. Confira os preços na Mundomax, no link abaixo:
Que instrumentos e equipamentos Rafael Bittencourt utiliza?
Co-fundador e Guitarrista do Angra Rafael Bittencourt é um dos principais nomes da guitarra brasileira, além de ser multi-instrumentista, compositor, arranjador e produtor musical, formado em composição e regência pela FASM em São Paulo.
Acredito, que todo guitarrista que curte o Bittencourt quer saber que guitarras, violões e equipamentos o músico usa. Recentemente a Musictube, site especializado em Instrumentos Musicais, fez uma entrevista com Rafael Bittencourt, e entre as perguntas estava esta: Que instrumentos e equipamentos você usa atualmente? E que critérios você usa para escolhê-los?
Resposta de Rafael Bittencourt
Primeiramente, gostaria de enfatizar que tenho parceiros e patrocinadores que fazem minha carreira possível. Sem essas parcerias seria muito mais difícil conduzir uma carreira neste estilo de música no Brasil. Eu escolhi guitarras Yamaha por que são muito versáteis. A Fender não faz guitarra estilo Gibson e a Gibson não faz guitarras estilo stratocaster.
A Yamaha faz bem todos os principais tipos de guitarra, sejam stratos, lespauls, teles etc. Uso os violões Yamaha também. Eu visitei as fábricas da Yamaha no Japão e na Indonésia e pude testemunhar o quanto eles levam a sério não apenas a confecção de todos os instrumentos que eles produzem, mas o ensino musical e a importância da música na sociedade. Eu me identifico com a ideologia da empresa além dos excelentes instrumentos.
Quanto aos efeitos, tenho usado uma pedaleira BOSS GT-10, que me agrada muito pela praticidade e multi-funcionalidade. Ela atende a diferentes necessidades. Se eu preciso ligar em linha numa gravação ou ensaio, ela me atende. Se eu preciso ligar num valvulado, excelente. E se eu preciso tocar num transistorizado, também. Ela troca os canais dos amplificadores e torna minha vida mais fácil. Todos os produtos Roland e Boss são de primeira linha. O som dela é formidável.
Uso cordas Giannini que é a maior fabricante de cordas da America Latina, uma das mais antigas e respeitadas fabricantes de instrumentos do Brasil. Tenho orgulho de ver como os fabricantes nacionais têm produtos super competitivos no mercado. De todas as cordas nacionais que eu testei a Giannini foi a que eu mais me identifiquei.
Uso cabos e acessórios Planet Waves. Os cabos são feitos com altíssima tecnologia. Todos os pontos de solda são encapados, livres de oxidação, os plugs são totalmente vedados, livres de oxigênio, evitando interferências, ruídos de estática e baixa capacitância. O que permite que ele transmita o sinal puro, com todo o espectro harmônico mesmo com volumes bem baixos.
Amplificadores, uso sempre os valvulados. Uso vários. Gosto do Egnater, do Groove Tubes, do Mesa Boogie, do Peavey, do Marshall. Todos sabem o quanto os guitarristas são pirados por equipamentos. Eu tenho quatro tipos de aplicações principais para um equipamento: estudo, composição, ensaio e show. Por exemplo, não adianta o cara comprar um amplificador enorme para estudar e não ter um afinador e um metrônomo. É importante o consumidor saber bem qual a real necessidade dele antes de comprar. E os vendedores devem saber instruir o cara para fidelizá-los, a longo prazo, como reais consultores de venda, mais do que vender tudo de mais caro.
Para ver a matéria e a entrevista na íntegra, só dar um pulo no site da Musictube:
Guitarra Semi Acústica Tagima Blues 3000 (Visão Geral)
Hoje passo aqui para dar uma dica aos mais requintados guitarristas do Blues, a Tagima Blues 3000. Esta guitarra é uma peça bem interessante, sonoridade fantástica e acabamento impecável… Em um primeiro olhar identificamos logo de cara que a guitarra é bem parecida com suas irmãs mais famosas a ES-359 e a ES-335, ambas da Gibson.
Comparações a parte a guitarra leva a madeira de Maple em quase toda a sua estrutura, no Tampo, Laterais, Fundo e braço colado. A escala é em rosewood, com as famosas marcações em madre pérola de block inlays. Os trates são de médio jumbo e a largura do nut é de 43mm.
Mozart Mello
A guitarra ficou famosa ao começar fazer parte do set de Mozart Mello. Para quem não conhece, Mozart é um dos principais músicos brasileiros, ele é professor e coordenador didático do nomeado IG&T (Instituto de Guitarra e Tecnologia). Já lecionou para guitarristas de alto valor do Brasil, como Juninho Afram, Kiko Loureiro, Edu Ardanuy, Rafael Bittencourt e tantos outros.
Chris Pitman
A Tagima Blues 3000 encantou também até quem veio de fora. Em sua última passagem pelo Brasil o multi-instrumentista (tecladista/guitarrista do Guns N Roses/Sex Tapes) se interessou por uma TAGIMA Blues 3000 quando visitava uma loja de instrumentos no Rio de Janeiro. Agora ele leva a TAGIMA de carona a tiracolo pelo mundo.
Em resumo, Chris Pitman disse que ficou impressionado com a sonoridade da guitarra e que inclusive substituiu a sua guitarra favorita (uma vintage Epiphone Casino) por ela.
Vídeos
Corremos ao Youtube e encontramos vários vídeos de guitarristas com uma Tagima Blues 3000, selecionamos dois deles, postados abaixo:
Prós: A madeira de Maple, em que é fabricada a Blues 3000, parece ser muito bem tratada. A guitarra possui uma sonoridade bem encorpada. Seus bons captadores Humbuckers Special são bem completos, sonoridade bem agressiva. Um tom perfeito para os bluseiros de plantão.
A faixa de preço é a mesma das guitarras Semi-Acústicas da Condor, Hofma e algumas Epiphones, porém a qualidade sonora desta Blues 3000 surpreendeu até os guitarristas mais céticos em relação a Tagima. Sugerir inclusive o uso profissional desta guitarra. Excelente opção para guitarristas de bandas de Rock Clássico, Blues, músicos de Barzinhos…
Detalhe: A guitarra já acompanha o Case (aqui você já economiza +ou- uns R$300).
Contras: A guitarra não possui assim um defeito ou uma defasagem aparente. Lógico que certamente existam no segmento de Guitarras Semi Acústicas, peças melhores do que a Tagima Blues 3000, porém esta é uma guitarra que possui notas promissoras em todos os quesitos, da construção até o timbre.
Bem, para você saber mais sobre a Tagima Blues 3000, inclusive o preço, acesso nosso site:
http://www.mundomax.com.br/tagima/?search=blues&utm_source=blogmax
Guitarra Epiphone Zakk Wylde Bullseye (Review)
Hoje dia do Músico, dia 22/11, vamos postar um Review, básico, mas funcional da linda Guitarra da Epiphone assinada por Zakk Wylde.
Para quem não conhece, Zakk Wylde, o cara da foto ao lado, foi o celebre guitarrista da banda de Ozzy Osbourne e da sua própria banda Black Label Society. Zakk Wylde é considerado como um “Best Metal Guitarist”.
A Guitarra, produzida pela Epiphone (by Gibson) e o próprio Zakk Wylde é uma Les Paul Custom e é chamada entre os guitarristas de “ZW”.
Bem, o corpo da Epiphone Zakk Wylde é em Mogno, por vezes vem com o Tampo em Maple, por vezes não, depende da série de fabricação. Seu corpo é todo estilizado em “Bullseyes”, em forma de “alvo” caraterístico do arco e flecha. Este design é próprio da Zakk Wylde signature.
O Braço é na madeira de Maple, que junto com o Mogno do Corpo formam uma guitarra bem pesada. Características das Les Paul da Epiphone e Gibson. E sobre as madeiras não precisa nem comentar, são de alta qualidade. O acabamento também é praticamente perfeito, a pintura e montagem das peças são muito bem trabalhadas. Tudo em um acabamento de marfim antigo, e ainda com belas marcações perolizadas na escala. Realmente uma guitarra top da Epiphone neste conceito.
As tarraxas da Grover, são blindadas e possuem um acabamento dourado para dar um visual interessante. As tarraxas são bem seguras, e trabalham bem mesmo com o uso excessivo de “Bends”, a afinação se mantém estável. A ponte é uma Gibson Tune-o-Matic tradicional.
A Captação e o Som
Chegamos ao ponto a que 90% dos guitarristas realmente se interessam. Os Captadores e o som que eles são capazes de criar. Antes de qualquer coisa, vou ilustrar o tema com o vídeo abaixo, assista:
Os Captadores são os caríssimos EMG HZ H4, dois Pickups Humbuckers de alto padrão. Depois da assinatura e conferência de timbre por parte Zakk Wylde, a captação é a segunda responsável por fazer desta guitarra valer o que ela vale.
O timbre é muito preciso. Ele consegue ser limpo e definido, e quando trabalhando com “Distortions” ele é possui um bom ganho e o timbre segue preciso, mesmo sujo. É um timbre sonhado por grande parte dos Guitarristas amantes de guitarras Les Paul. Ou seja, limpo e brilhante no timbre limpo e pesado e encorpado nos timbres sujos.
Bem, esta é a Zakk Wylde Signature Les Paul Custom. Uma guitarra alto nível, para uma vida toda. Para saber o preço clique no link abaixo:
Em uma Guitarra o que influencia no Timbre?
Bem, o que pouca gente sabe, é que tudo, absolutamente tudo, em uma guitarra influencia no timbre. Desde a madeira, as tarraxas a ponte, o buraco P10 que você pluga o cabo… Hoje vamos nos ater aos partes mais importantes do corpo de uma guitarra que podem influenciar no som dela.
Recapitulando, é indispensável que tenhamos em mente que, na formação do timbre de uma guitarra, todos os componentes estarão sempre interagindo entre si e esta interação é, sem dúvida alguma, a chave para se conquistar uma melhor performance sonora da guitarra como um todo para alcançar um bom timbre.
O Corpo da Guitarra em geral
O corpo da guitarra pode ser considerado o centro do nosso esquema, pois é a parte do instrumento de maior massa e é também, uma espécie de “estrada sonora” por onde passa obrigatoriamente todo o som produzido pelas cordas a caminho da captação, tendo assim uma grande influência no timbre da guitarra.
A madeira que a guitarra carrega no corpo é fundamental para o o timbre final da guitarra. Diferentes madeiras irão determinar as diferentes maneiras de como o corpo irá receber as vibrações criadas pelas cordas. É muito grande a variedade de madeiras que se pode utilizar para a construção dos corpos de guitarras, cada uma delas possuindo suas próprias características sonoras. Pelo fato de funcionar como uma prancha sonora, devemos levar em consideração que diferentes formatos podem alterar de diversas maneiras a sonoridade de uma mesma madeira, por se tratar de mudanças em sua densidade e peso.
Influência do Braço no timbre da guitarra
Tanto para a formação do timbre da guitarra quanto para a execução musical, é um componente fundamental. Juntamente com o corpo, ponte, escala e cordas, forma o conjunto de primeira importância para o timbre da guitarra – é portanto, um componente tonal primário. Para uma boa execução musical é fundamental que se mantenha todos os seus aspectos originais de projeto, por isso existe um componente estrategicamente colocado dentro do próprio braço, o tensor, que é uma espécie de barra de ferro fina, que tenta melhor manter as características métricas do braço frente as tensões sofridas por ele pela tração das cordas, pancadas, mudanças climáticas e etc..
É importante ter em mente que, diferentes densidades e cortes alteram a maneira com que o braço manda o som para o corpo. De forma genérica materiais macios como, por exemplo, o mahogany, beneficiam a produção de um som mais encorpado é com mais volume final. Até porque possuem boas características no timbre da guitarra nesta região do instrumento. Outras madeiras mais duras, como por exemplo o maple, possuem um som mais nítido, claro e com um certo brilho, mas com menos massa final no que diz respeito ao volume do som. Tudo isso são elementos importantes que influenciam no timbre da guitarra.
Mas temos inúmeras outras possibilidades. Tanto no que diz respeito a madeiras mais tradicionais, como as usadas recentemente, por exemplo: o cedro, o rosewood e o pau-ferro.
Influência da Mão ou Paleta no timbre da guitarra
De forma geral a paleta na guitarra é uma continuação do braço, portanto é feita do mesmo material do mesmo. Isso manteria as mesmas características no timbre da guitarra, não fossem os formatos e cortes, que são bem variados. Além disso, há uma semi-interrupção no espaço entre o fim do braço e o começo da paleta, onde é colocado o capotraste.
Na guitarra se pode encontrar dois tipos de paletas, uma reta e outra com inclinação para trás. Esta análise é muito importante pois ela dirá o quanto a paleta irá afetar o timbre da guitarra. Nas guitarras que possuem paleta reta, a pressão das cordas sobre o capotraste é mínima, pois podemos considerá-la uma extensão do braço. Isso torna o som mais vivo, destacando certas frequências e atenuando outras, pela pressão neste ponto da corda – que formará certo tipo de vibração. Já em outras guitarras, podemos encontrar paletas inclinadas, que produzem maior pressão no capotraste e, por consequência, um sustain maior. As vibrações das cordas são dissipadas para o corpo do instrumento e não para a própria paleta, como acontece nos violões.
É primordial neste ponto da busca musical, se ter em mente a relatividade das coisas no que diz respeito ao timbre da guitarra. Nada pode ser visto como uma verdade universal – como tudo na música. A discussão pode ser a base da pesquisa, pois esta relatividade também ocorre em relação às necessidades de cada músico de acordo com seu estilo performance e etc…
fonte: http://www.portalmusica.com.br/as-partes-de-uma-guitarra-que-mais-influenciam-no-timbre-da-guitarra/
Qual o melhor Captador de guitarra? E a diferença entre Single Coil e Humbucker?
Antes de começarmos a explicar o que questionamos no título, é bom que você entenda que os Captadores de uma guitarra, são ao mesmo tempo o coração e o cérebro de uma guitarra, são eles que definem o timbre inicial, “leem” as nuances e a intensidade da vibração das cordas, do seu toque, da batida, do seu solo… e ainda levam tudo para o amplificador, para então chegar aos seus ouvidos.
Por isso a importância de se escolher bem o tipo de captação antes de comprar uma guitarra. Relancionando principalmente ao seu estilo musical. Um dos exemplos mais clássicos são de iniciantes que curtem músicas mais swingadas, ritmadas, e acabam comprando uma Guitarra Les Paul com captador Humbucker, onde o timbre dos captadores oferecem pouca abertura para tal ritmo.
E uma das perguntas que nós aqui da Mundomax mais recebemos por aqui, são questionamentos sobre as diferenças entre esse captador e aquele, um Humbucker, um single, configurações de captação… enfim, hoje vamos tentar facilitar para você um pouco o entendimento desse assunto. Vamos lá.
Tipos de captadores para guitarra
Captadores Magnéticos
Praticamente todos as guitarras que encontramos no mercado possuem captadores Magnéticos, é o sistema de captação mais utilizado. Alguns captadores mais simples são feitos de um único ímã com um único fio envolto dele, mas por ser grande demais dar-se a impressão de ser milhares de fios envolta. A vibração das cordas reproduz a mesma vibração no campo magnético do ímã, na qual transmite essa vibração para um amplificador.
Captadores para guitarra tipo Piezo
Hoje poucos guitarristas, os mais exóticos, eu diria, utilizam captadores do tipo piezo para guitarras elétricas. Eles são mais utilizados em violões, instrumentos acústicos, normalmente logo abaixo do rastilho. Em guitarras, captadores piezoelétricos, ou piezo, são usados às vezes para dar aquele som com aparência acústica ao instrumento.
Estilos de Captadores para Guitarra
Basicamente, existem dois tipos de captadores Magnéticos mais utilizados os Single e os Humbucker.
Captadores Single Coil
São os captadores mais famosos e utilizados, ficaram famosos nas Fenders Stratocaster e Fender Telecaster. Apesar, de vários estilos e configurações, os captadores Single Coils normalmente possuem uma aparência comum entre eles.
São captadores magnéticos, normalmente com uma bobina de fio magnético separados para cada corda. Colocados abaixo das cordas, geralmente próximo da ponte, braço da guitarra, ou entre os dois. Nas guitarras com três captadores eles podem ser colocados em cada uma das três posições.
Captadores Humbucker, Humbucking, ou ainda Double Coil
Os Humbucker ficaram famosos pela utilização em Guitarras do tipo Les Paul e SG. Mas são largamente utilizados em guitarras acústicas (e semi), em guitarras Ibanez, mocelos como Flying V, Explorer…
Os captadores para guitarra Humbucker, são chamados de Captadores Duplos, ou Double Coil, pois são literalmente constituídos por dois captadores com polaridade oposta.
Na prática, qual a diferença entre um Humbucker e um Single Coil?
A diferença visual entre captadores para guitarra single coil e um captador Humbucker, é facilmente identificável. Antigamente, quando inventado, os captadores single coil captavam muita interferência e ruídos indesejados. O humbucker foi a solução para isso, e foi projetado para cortar esse “humm”, pois a polaridade oposta, dos captadores duplos, faz com que o ruído e a interferência do ambiente bate nas bobinas magnéticas, cancelando assim esse efeito.
No entanto, a maneira de como um captador humbucker trabalha, faz com que ele faça um som diferente em relação aos single coil. O single coil típico tem um som mais “brilhante” e mais agudo do que os captadores para guitarra humbuckers, enquanto o humbucker tem um som mais potente (também produz uma saída mais alta).
Basicamente, sem levarmos em consideração o tipo de guitarra, madeiras, cordas… um captador Single Coil é mais versátil, porém é mais utilizados para ritmos mais swingados e funkeados. Já um Captador Humbucker produz aquilo que é ideal para Rock…
Logo, podemos encontrar os captadores para guitarra single coil normalmente em estilos como o country, sertanejo, blues e até mesmo no funk e por aí vai.. Já os Humbuckers são mais comuns no rock (dependendo do estilo pois single coil também é muito comum aí) no heavy metal e hard rock.
Por isso guitarras que mesclam capatadores single e humbucker, podem ser consideradas como guitarrad mais versáteis, já que executam mais estilo musicais com qualidade.
Na imagem ao lado você pode perceber que é uma Guitarras modelo Stratocaster, com dois captadores Single Coil, um no Braço e um no meio, e um captador Humbucker na ponte. Normalmente está guitarra são ideiais para músicos de Bandas Show, Barzinhos e Igrejas, já que estes tocam todo o tipo de música.
Qual é o número ideal de captadores em uma guitarra?
Algumas guitarras têm apenas um captador, outras até três, e outras mais dificilmente de achar tem até quatro ou mais captadores. Cada marca e modelo de guitarra muitas vezes são únicas conforme esses captadores são ajustados. A gama de sons criados por essas diferentes configurações são incrivelmente grandes. Não há “resposta correta ” para esta pergunta. A qualidade do som de um instrumento é subjetiva.
Por exemplo, uma Stratocaster Standard é configurada com três captadores single-coil. Uma das poucas guitarras Gibson com três captadores são algumas variações da Les Paul Custom, com três captadores humbucker. Apesar do mesmo número de captadores, essas duas guitarras têm sons distintos (e bons por sinal).
Qual tipo de captador para guitarra é o melhor?
Tal como acontece com o número de captadores para guitarra, “o melhor ” é subjetivo. Uma grande quantidade de músicas fantásticas já foram feitas em ambos captadores para guitarra, tanto em single-coil quanto em captadores humbucker. Geralmente não há o “melhor”. Para a maioria, o certo depende do som que a pessoa faz, o tipo musical e as necessidades e desejos de cada músico. Ambos os tipos de captadores podem vir com alta ou baixa qualidade. Notadamente, há uma Fender Stratocaster que tem um humbucker e dois single-coils. Além disso, há também uma Gibson Les Paul que tem um single-coil e um humbucker.
Bem, hoje paramos por aqui, não esqueça de conferir nossa loja de guitarras!
Desempenho das Guitarras Giannini GGX-1S e GGX-1H
Hoje vamos postar um artigo rápido prático, só para mostrar o desempenho das Guitarras GGX-1S e GGX-1H, ambas da marca Giannini.
Já falamos muito sobre elas aqui no Blogmax, nos artigos!
Guitarra Giannini GGX-1H | Review
Guitarra Giannini GGX-1S | Review
Novas Guitarras Giannini: GGX-1S, GGX-1H, GGX-1HH
No vídeo abaixo apresentamos Rafael Bazano, mais conhecido como Farofa, guitarrista do Cifras.com.br. Ele interpreta a música “Still Loving You”, do Scorpions, usando, é claro, as Guitarras Giannini GGX-1S e GGX-1H. Confira!
Para saber mais sobre as guitarras e conferir os preços, CLIQUE AQUI!
Ibanez | História, Guitarras e Guitarristas
Dia 13 de julho comemoraremos o dia Mundial do Rock, já tivemos por aqui um artigo sobre o assunto 13/07/1985: Live Aid e o Dia Mundial do Rock and Roll. Hoje para iniciarmos uma série de artigos relacionados ao Rock, vamos falar sobre a Ibanez.
Não deixe de ler:
Guitarra Gibson Les Paul a Lenda do Rock
Fender Stratocaster: A Guitarra mais cobiçada do planeta
Ibanez é uma marca Japonesa de Guitarras e outros instrumentos, de propriedade da Hoshino Gakki. Com sede em Nagoya, Japão, Hoshino Gakki foi uma das primeiras empresas japonesas de instrumentos musicais a ganhar uma posição significativa nas vendas de importação de guitarra nos Estados Unidos e na Europa, bem como a primeira marca de guitarra a produzir instrumentos de sete cordas.
Vamos contar um pouco a história das Guitarras Ibanez.
A História da Ibanez
A história da IBANEZ começa em 1908 quando a companhia chamada Hoshino começou como uma pequena loja de instrumentos musicais e depois se tornaram distribuidores de instrumentos musicais em Nagoya no Japão.
A marca Ibanez surge mesmo em 1929, ano em que Hoshino Gakki começou a importar guitarras Salvador Ibañez da Espanha.
Durante a guerra civil espanhola a fábrica Ibañez Salvador foi destruída por completo. Hoshino acabou por comprar os direitos do nome IBANEZ e começou a enviar guitarras com um visual incrível para os Estados Unidos, muitas delas hoje são vendidas em lojas de departamento.
Logo depois, Hoshino abriu um escritório próximo a Philadelphia para uma distribuição mais eficiente das guitarras nos Estados Unidos. Muitas dessas guitarras são cópias de alta qualidade de quase todos os modelos famosos, porém com preço baixo. Naquela época muitos instrumentos americanos, principalmente das marcas Fender e Gibson, passavam por uma época crítica onde os preços subiam muito, e essas ditas “cópias” da Ibanez dos modelos mais famosos de Les Paul e Stratocaster, aqueciam o Mercado.
Anos 80
Na década de oitenta, aí sim, a Ibanez começou a desenvolver seus próprios modelos: a linha solid body (tocada por Bob Weir do “Dead”), a Iceman (se tornou famosa pela primeira vez nas mãos de Paul Stanley do Kiss) e as guitarras de George Benson, as primeiras de jazz com corpo desenvolvido para tocar em alto volume no palco.
Muitas dessas primeiras guitarras continuam a valorizar a cada dia e muitas delas são hoje itens de colecionador.
No metade dos anos 80 com o interesse crescente em rock instrumental e seus guitarristas, a Ibanez em colaboração com músicos como Steve Vai, Joe Satriani, e Paul Gilbert criou os modelos JEM, JS, RG e S. Hoje, versões atuais desses modelos ainda são considerados referência para guitarristas de hard rock e rock instrumental.
Como sabemos, tanto para guitarristas de rock, como guitarristas de jazz, a marca tem uma impressionante linha de guitarras semi-acúsitcas para jazz como os modelos já mencionados de George Benson, 2 modelos de Pat Metheny, e mais recentemente, a nova linha semi-acústica signature de John Scofield.
A IBANEZ também é uma das maiores fabricantes de baixos no mundo. A primeira atenção dada aos baixos se deu nos anos 70 e 80 com instrumentos de corpo e braço inteiriços e captação ativa.
Notoriamente conhecida e consagrada, com fãs pelo mundo inteiro, IBANEZ é referência de qualidade e tradição, um instrumento perfeito.
Mudanças
A Ibanez trouxe muitas revoluções ao mundo das guitarras. Até hoje a guitarra é referência quando se fala em Metal, rock insrumental, hard rock e Jazz.
Quando Hoshino Gakki abandonou a estratégia de copiar os clássicos americanos, na década de 80, e passou a criar seus próprios modelos, a Ibanez instaurou um marco na fabricação de guitarras, principalmente em se tratando de layouts de guitarras, configurações eletrônicas mais modernas… como formas do corpo mais radical, braços mais finos, mais trastes nas escalas, slims headstocks, maior número de variações de configurações eletrônicas, misturas de captadores diferentes humbucker / single-coil / humbucker (H / S / H), pickup configurações, bloqueio de pontes tremolo, micro-afinação e acabamentos diferentes.
As Guitarras Ibanez
- Ibanez GIO: série de entrada da Ibanez, guitarras mais baratas para ioniciantes.
- Ibanez série R: também conhecida como a série Radius, as guitarras são famosas por terem pouco peso e corpos em Basswood. O endorser principal foi o famoso Joe Satriani antes de ter sido dado a sua própria assinatura série JS.
- Ibanez RG series: anteriormente denominada Guitar Roadstar, daí o nome RG, são as guitarras Ibanez superstrat, todas com 24 trastes slim.
- Ibanez S series: também conhecida como a série Saber, as guitarras são famosas por terem o corpo ergonômico, super fino e leve, além de serem feitas em mogn.
- RT: Superstrat design, com 24 trastes. Descontinuado em 1994.
- RX series: Superstrat design, mas com 22 trastes. Descontinuado em 1998, e atualmente só existe como GRX (modelo RX orçamento de série).
- Da série AX: versão Extreme, guitarras voltadas Metal – atualmente só existem como modelo e modelo GAX.
- Axstar (aka Axstar pela Ibanez) – descontinuada.
- EDR / EXR – série Ergodyne – descontinuada.
- Série Artist: Em meados dos anos 70 a Ibanez começou a produzir uma linha de duplo cutaway, guitarras de corpo sólido. Algumas destas guitarras com seletores de 3 posições, que permitia o guitarrista alternar entre os captadores jumbucker. Havia vários modelos, os mais conhecidos dos quais, produzidos na década de 1980, são os modelos AR100, AR105, AR150 e AR300, AR305, AR350. A série artist estabeleceu a Ibanez o tírulo de marca de instrumentos de alta qualidade. Os endorses iniciais incluía Bob Weir e Steve Miller. O AR300 já foi reeditado como uma guitarra mais barata, mais simples.
- MC: série Músico – descontinuada.
- ARC-100/300 (Série Retro)
- ARX-100/300 (Série Retro)
- AR-100/200 (top preto do vintage)
- V Series: Flying V – interrompido
- Artcore Series Ibanez: linha de guitarras acústica e semi-acústica.
- Ibanez Jet King 2 e Jet King 1: Um remake moderno do fabricante Rhythm Ibanez.
- Série Radius: – interrompida, uma versão modificada é agora assumida por Joe Satriani Signature Series.
- Roadstar RS Series: Consiste na série Radius Talman e Saber.
- EX Series: Guitarras fabricadas na Coréia.
- X Series: Vários instrumentos em forma de X e em forma de estrela voltada para guitarristas de Metal.
- PL: Pro Line série.
- RR: Rocket Roll.
- DT: Destroyer.
- IC: Iceman.
- Talman Series: interrompido.
- CN Concert Series: Essa foi uma série de curta duração produzida em 1978, em seguida, suspensa logo depois. Possui um corpo com duplo cutway.
- Ibanez j.custom: Anteriormente uma gama exclusiva do Japão, agora vendida em todo o mundo.
- AFD: Artfield
- (M) GR: Ghostrider
- DN Series: Também conhecida como a série Darkstone. Introduzida em 2009, um modelo totalmente novo com corpo de madeira Sapelle, inserida no braço, PP1 captadores humbucker, e novas tarraxas “Tight Tune” e Ponte Tailpiece.
- Cimar por Ibanez
Guitarras Ibanez Signature
- JS – Joe Satriani
- Universo e JEM – Steve Vai
- PGM – Paul Gilbert
- MTM – Mick Thomson
- NDM2 – Noodles
- APEX – Munky
- E-Gen – Herman Li
- STM – Sam Totman
- ORM – Omar Rodriguez
- MBM – Matt Bachand
- HRG – HR Giger
- GB – George Benson
- PM – Pat Metheny
- JSM – John Scofield
- AT – Andy Timmons
- SDB – Sharlee D’angelo
Bem, hoje ficamos por aqui. Provavelmente ainda teremos mais artigos voltados para o dia do Rock. E não esqueçam de conferir nossa Loja de guitarras Ibanez: http://www.mundomax.com.br/guitarras_ibanez
Copyright © 2008
This feed is for personal, non-commercial use only.
The use of this feed on other websites breaches copyright. If this content is not in your news reader, it makes the page you are viewing an infringement of the copyright. (Digital Fingerprint:
)
Artigos Relacionados
Guitarra Giannini GGX-1H | Review
Daí galera do Blogmax. Como já tínhamos feito com a GGX-1S da Giannini, hoje vamos publicar um review básico, com vídeo, da Guitarra GGX-1H também da Giannini.
E como já estava perguntando se a Giannini GGX-1H era uma boa guitarra, se sua sonoridade era legal… enfim, nós te respondemos com um vídeo encomendado ao Cifras.com.br. O guitarrista Farofa, do Cifras.com.br, realizou a missão de mostrar a qualidade desta guitarra, que é considerada como uma das mais indicadas para guitarristas iniciantes. Vamos ao vídeo:
Giannini GGX-1H
O que muita gente não estava acreditando, antes do vídeo review, claro, é que estamos falando de uma guitarra extremamente versátil. Isto se deve a configuração 1H2S dos bons captadores Sonic-X. São dois captadores single e um captador Humbucker, ou seja os timbres clássicos, graves, estalados… dos captadores single (simples) com o timbre roqueiro do captador Humbucker (duplo), ou seja, uma guitarra para todos os momentos, qualquer banda e estilo musical. Por isso a expressão “ideal para guitarristas iniciantes”, já que estes, no aprendizado, terão que aprender a tocar qualquer tipo de música.
Bem, outro destaque da GGX-1S é que ela segue o mesmo padrão de constituição de madeira que as originais Stratocaster mais tradidionais. Ou seja, Basswood no corpo, braço em Maple e escala de Rosewood (Jacarandá).
Outro ponto legal das GGX-1H para se destacar, é que suas tarraxas são todas blindadas. Então se você usa muito a alavanca e a técnica “bends”, esta guitarra vai segurar a afinação com mais facilidade.
É claro que é uma linha de guitarra para estudante, para quem tá começando. Mas já é uma guitarra muito melhor que suas concorrentes mais famosas no mercado, na linha que chamamos de “segmento de guitarras de entrada”. Ou seja, é a escolha certa do guitarrista iniciante.
Kits Guitarra GGX-1H
Como já é de praxe, nós da Mundomax possuímos alguns kits de guitarra com a GGX-1H. Capa, cubo, correia, cabos, palhetas, pedaleiras… são alguns itens que podem acompanhar este kit.
Bem, este foi o Review da GGX-1H, espero que vocês tenham gostado, deixe seu comentário abaixo. E não esqueça de conferir o preço dessas guitas na Mundomax, Veja Aqui!
- 1
- 2

































