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Instrumentos Musicais

Os 3 Novos Violões Giannini GF-4M C, GF-2 HBC e GF-2S BK

Com a Expomusic deste ano a Giannini lançou três novos violões, todos da série Performance, e seguindo a linha, que é um sucesso de vendas da marca, GF-2 e GF-4.

Porém estes novos violões possuem alguns novos recursos e diferenciais impressionantes, se levarmos em consideração os outros modelos. Um desses recursos é o novo Pré Amp, agora da própria Giannini.

Estes novos violões receberam os nomes de GF-4M C, GF-2 HBC e GF-2S BK. Abaixo vamos falar um pouco de cada um.

Giannini GF-2 HBC e Giannini GF-2S BK

Os dois violões do subtítulo acima possuem exatamente as mesmas características, com um diferenças apenas nas cores. O GF-2 HBC, vem em um belo Sunburst Fosco, divulgado pela marca como Honey Burst. Já o Giannini GF-2S BK é todo preto, lindo instrumento em Satin Black Fosco.

GF 2HB giannini Os 3 Novos Violões Giannini GF 4M C, GF 2 HBC e  GF 2S BK

Dessa vez a Giannini trouxe para estes novos Violões, no corpo (Faixa e Fundo) a madeira de Ovangkol, que apesar de ser largamente utilizada em Luthierias, é uma madeira bem mais exótica, do que a de Sapelle que vinha sendo utilizada nos outros violões da linha. O Ovangkol concebe timbres mais cheios e envolventes, corrigindo um pouco o déficit dos “médios” de outros violões Folk.

giannini GF 2SBK Os 3 Novos Violões Giannini GF 4M C, GF 2 HBC e  GF 2S BK

Estes Violões Folk da GIANNINI oferecem ao músico um timbre com um grave incrivelmente encorpado e médios gordos, altos. E ainda quando plugado em uma caixa ou mesa de som, você tem aí 5 bandas de equalização (Grave, agudo, 2 médios e presence), para você deixar o som bem ao seu gosto. Um outro diferencial é sua saída balanceada (XLR), onde o som sai mais completo e com maior ganho, ideal para gravações em Estúdio.

giannini GF 4M Os 3 Novos Violões Giannini GF 4M C, GF 2 HBC e  GF 2S BKGiannini GF-4M C

O GF-4MC é um Jumbo Giannini de alto teor de qualidade, é sem dúvida o violão mais “carinho” da nova trinca da Giannini. Não é para menos, afinal a Giannini esculpiu este instrumento em Maple, madeira que além de oferecer um visual bonito ao instrumento e durabilidade, confere timbres excepcionalmente ricos e versáteis.

Este novo violão Jumbo da Giannini, veio com o timbre tradicionalmente brilhante, mas ganhou um certo ganho nas notas graves, o que faltava nos outros modelos da linha GF4.

Um detalhe legal deste instrumento é o acabamento, muito bem feito. Também com marcações diamantes tipo madrepérola. Como os outros Violões da Trinca, ele também conta com 5 bandas de equalização e saída XLR balanceada.

Pré Amp GS5T da Giannini

Os outros violões da linha Performance da Giannini vem com os sistemas de Captação Tops-5V ou Tops-4V. Mas estes três novos violões receberam um presente da Giannini, que é o seu próprio Pré Amp, o GS5T.

(Veja a Foto do Pré Amp GS5T)

Nele você encontra 5 bandas de equalização (Grave, agudo, 2 médios e presence), mais controle de Volume e uma novidade que é o Phase, que melhora a relação dos médios graves nas casas mais agudas, sem a presença do feedback, oferecendo mais presença e definição no timbre.

Bom este novo sistema de captação, também conta com Afnador Cromático embutido e dois tipos de saída, a tradicional P10 e uma XLR balanceada.

Gostou dos novos violões Giannini? Saiba mais sobre eles, inclusive os preços, clicando no link abaixo:

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novembro 56, 2011 Destaques, Instrumentos Musicais

Em uma Guitarra o que influencia no Timbre?

Bem, o que pouca gente sabe, é que tudo, absolutamente tudo, em uma guitarra influencia no timbre. Desde a madeira, as tarraxas a ponte, o buraco P10 que você pluga o cabo… Hoje vamos nos ater aos partes mais importantes do corpo de uma guitarra que podem influenciar no som dela.

Recapitulando, é indispensável que tenhamos em mente que, na formação do timbre de uma guitarra, todos os componentes estarão sempre interagindo entre si e esta interação é, sem dúvida alguma, a chave para se conquistar uma melhor performance sonora da guitarra como um todo para alcançar um bom timbre.

corpo guitarra Em uma Guitarra o que influencia no Timbre?O Corpo da Guitarra em geral

O corpo da guitarra pode ser considerado o centro do nosso esquema, pois é a parte do instrumento de maior massa e é também, uma espécie de “estrada sonora” por onde passa obrigatoriamente todo o som produzido pelas cordas a caminho da captação, tendo assim uma grande influência no timbre da guitarra.

A madeira que a guitarra carrega no corpo é fundamental para o o timbre final da guitarra. Diferentes madeiras irão determinar as diferentes maneiras de como o corpo irá receber as vibrações criadas pelas cordas. É muito grande a variedade de madeiras que se pode utilizar para a construção dos corpos de guitarras, cada uma delas possuindo suas próprias características sonoras. Pelo fato de funcionar como uma prancha sonora, devemos levar em consideração que diferentes formatos podem alterar de diversas maneiras a sonoridade de uma mesma madeira, por se tratar de mudanças em sua densidade e peso.

Influência do Braço no timbre da guitarra

braco guitarra Em uma Guitarra o que influencia no Timbre?

Tanto para a formação do timbre da guitarra quanto para a execução musical, é um componente fundamental. Juntamente com o corpo, ponte, escala e cordas, forma o conjunto de primeira importância para o timbre da guitarra – é portanto, um componente tonal primário. Para uma boa execução musical é fundamental que se mantenha todos os seus aspectos originais de projeto, por isso existe um componente estrategicamente colocado dentro do próprio braço, o tensor, que é uma espécie de barra de ferro fina, que tenta melhor manter as características métricas do braço frente as tensões sofridas por ele pela tração das cordas, pancadas, mudanças climáticas e etc..

É importante ter em mente que, diferentes densidades e cortes alteram a maneira com que o braço manda o som para o corpo. De forma genérica materiais macios como, por exemplo, o mahogany, beneficiam a produção de um som mais encorpado é com mais volume final. Até porque possuem boas características no timbre da guitarra nesta região do instrumento. Outras madeiras mais duras, como por exemplo o maple, possuem um som mais nítido, claro e com um certo brilho, mas com menos massa final no que diz respeito ao volume do som. Tudo isso são elementos importantes que influenciam no timbre da guitarra.

Mas temos inúmeras outras possibilidades. Tanto no que diz respeito a madeiras mais tradicionais, como as usadas recentemente, por exemplo: o cedro, o rosewood e o pau-ferro.

Influência da Mão ou Paleta no timbre da guitarra

guitarra mao Em uma Guitarra o que influencia no Timbre?De forma geral a paleta na guitarra é uma continuação do braço, portanto é feita do mesmo material do mesmo. Isso manteria as mesmas características no timbre da guitarra, não fossem os formatos e cortes, que são bem variados. Além disso, há uma semi-interrupção no espaço entre o fim do braço e o começo da paleta, onde é colocado o capotraste.

Na guitarra se pode encontrar dois tipos de paletas, uma reta e outra com inclinação para trás. Esta análise é muito importante pois ela dirá o quanto a paleta irá afetar o timbre da guitarra. Nas guitarras que possuem paleta reta, a pressão das cordas sobre o capotraste é mínima, pois podemos considerá-la uma extensão do braço. Isso torna o som mais vivo, destacando certas frequências e atenuando outras, pela pressão neste ponto da corda – que formará certo tipo de vibração. Já em outras guitarras, podemos encontrar paletas inclinadas, que produzem maior pressão no capotraste e, por consequência, um sustain maior. As vibrações das cordas são dissipadas para o corpo do instrumento e não para a própria paleta, como acontece nos violões.

É primordial neste ponto da busca musical, se ter em mente a relatividade das coisas no que diz respeito ao timbre da guitarra. Nada pode ser visto como uma verdade universal – como tudo na música. A discussão pode ser a base da pesquisa, pois esta relatividade também ocorre em relação às necessidades de cada músico de acordo com seu estilo performance e etc…

fonte: http://www.portalmusica.com.br/as-partes-de-uma-guitarra-que-mais-influenciam-no-timbre-da-guitarra/

setembro 32, 2011 Instrumentos Musicais

EG523SC | O Violão Jumbo da Takamine

EG523SC TAKAMINE jumbo EG523SC | O Violão Jumbo da TakamineEste é um review sobre o Takamine EG523 SC também conhecida na estrada musical como o Jumbo da Takamine. Um violão de médio/baixo custo, se compararmos a outros modelos de nível profissional da marca.

Som: O EG523 é um violão muito bem equalizado, possui um timbre bem completo! Nele não sobra ganho em nenhuma frequência, como acontece com outros violões Jumbo em que por exemplo as notas agudas possuem muito brilho e o grave é muito intenso, e os médios ficam quase “sumidos”, ou pior, marcas mais simples que possuem violões Jumbo possuem uma defasagem impressionante no grave, deixando o timbre do violão muito agudo.

De um modo geral o timbre deste violão é um dos mais ricos do mercado, nesta faixa de preço.

Ritmos: Versatilidade é o destaque do EG523SC! Ele pode ser utilizado para qualquer estilo musical, e qualquer técnica de execução, desde uma batida folk até um dedilhado contido. Talvez por isso, o Jumbo Takamine seja largamente utilizado por músicos que tocam em barzinhos e Bandas Show. Inclusive, este violão foi adotado pelas novas duplas sertanejas, Bandas de Pop Rock e bandas Gospel do cenário nacional.

Cores: Ele possui duas cores básicas: Natural (o mais famoso) e preto. Mas também pode ser encontrado em cores e acabamentos especiais desenvolvidos pela Takamine, inclusive modelos de série limitada.

Captação: É composta pelo famoso Pre-Amp GE TK40, agora reformulado, com um painel LCD digital para a leitura da afinador. Enfim, são três bandas de EQ (não precisa mais do que isso) com um botão true bypass para ligar ou desligar as configurações da equalização, mais controle de mid Contour, e é equipado com um knob de “notch filter” que lhe dará um controle mais preciso das frequências, principalmente nas quais há possibilidade de eco e ruídos, ele o ajudará a eliminá-los. Detalhe, ele já possui afinador embutido.

Vídeo

O vídeo abaixo mostra o Jumbo Takamine EG523 em uma versão especial (diferencia-se só no acabamento mesmo). Curta o som:

0 EG523SC | O Violão Jumbo da Takamine

elvis violao jumbo EG523SC | O Violão Jumbo da TakamineBreve História do Violão Jumbo

O modelo Jumbo de Violões foi criado pela Gibson durante anos 30. Acabou ficando famoso, anos depois, com o lançamento da série J-200. O clássico violão era largamente utilizado na música country da época, mas ficou eternizado mesmo, nas mãos de nada mais nada menos que o Rei do Rock, Elvis Presley!

De lá pra cá, os violões Jumbo ganharam uma notoriedade, conhecidos pela variedade de estilos em que são executados. Violões sempre robustos, “caixas” muito grandes, base bem arredondada e alguns com Cutway outros não. Aliás, hoje podemos encontrar facilmente modelos que começam a partir de R$ 450,00.

Características do Takamine EG523SC
  • Braço: Flamed Maple;
  • Controles: Grave, Médio, Agúdo, Mid Control, Filtro de Ruído
  • Cordas: Aço;
  • Equalização: Ativa, 3 bandas, Afinador Cromático Embutido;
  • Faixa e fundo: Flamed Maple;
  • Tampo: Solid Spruce;
  • Tarraxas: Cromada;
  • Trastes: Escala em Rosewood;
Preço do Jumbo Takamine

O preço, e outras características, você pode conferir em nossa loja virtual, veja:

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Terminamos aqui mais um artigo review, dessa vez do Jumbo Takamine EG523SC, sem dúvida um violão top de linha, profissional em todas as suas características. E até a próxima!

agosto 24, 2011 Destaques, Instrumentos Musicais

50 Anos de História da Frahm

frahm logo 50 Anos de História da FrahmPara quem trabalha, participa ou é entusiasta do meio de Instrumentos Musicais e/ou áudio profissional, com certeza conhece a marca Frahm!

Pois bem, este ano a Frahm comemora 50 Anos de idade. E para comemorar, a marca lançou um HotSite especial para a data. O endereço é: http://www.frahm.com.br/50anos/

Lá no HotSite você vai poder ler a história completa da Frahm, fazer download de músicas históricas, clássicos do Rock, Pop, sertanejo… direto no seu PC, contar a sua história com a Frahm e de quebra participar de uma promoção e concorrer a camisetas exclusivas, com estampas criadas especialmente para os 50 Anos da Frahm.

Inclusive, é a promoção mais fácil que eu já participei na minha vida, basta acessar http://www.frahm.com.br/50anos/promocao.php, clicar na camiseta preferida, escrever nome/email e pronto, você já está concorrendo!

Bem, todo mundo conhece a qualidade da Frahm e de seus produtos! E a Mundomax possui uma grande parte do portfolio de produtos da marca, não deixe de conferir:

Confira!

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Violões Tagima Ventura Tuner (Review)

tagima ventura tuner Violões Tagima Ventura Tuner (Review)Podemos classificar o Tagima Ventura Tuner como um violão para os novos músicos que procuram “algo mais” do que os tradicionais violões iniciantes do mercado. Podemos, inclusive, chamar o Tagima Ventura de um violão semi-profissional, isso porque ele é completo, desde a captação, madeira, acabamento, modelo do corpo… e claro, por ser largamente usado por músicos de Igrejas, jovens violeiros, bandas de garagem, vídeo aulas no Youtube e tantas outras aplicações.

Para tal a linha de violões Ventura Tuner da Tagima vem em duas versões: Nylon e Aço. Exatamente, uma para os amantes das cordas de nylon (MPB, clássico, samba, flamenco, pop e afins) e outra para os adeptos do aço (Rock, pop, sertanejo e tantos outros).

Vamos conhecê-los?

Linha Ventura Tuner

Estes dois Violões Tagima Ventura possuem recursos bem interessantes. É importante destacar que estes violões possuem o corpo (faixa e fundo) na madeira Indian Rosewood, uma madeira bem leve, de alta densidade e tem como principal característica a propagação sonora, ou seja, apesar do Ventura ter um corpo mais fino, sua caixa de ressonância, na hora de tocar acusticamente, acaba gerando um volume bem alto. Em contrapartida, no braço do instrumento você tem Mogno, madeira bem mais pesada, perfeita principalmente para dar mais sustentação as notas.

teq7 tagima Violões Tagima Ventura Tuner (Review)

Na parte elétrica você encontra uma captação do tipo piezo com o pré-amp TEQ-7 (foto acima), o mesmo usado em violões como Jumbo Maple e o Kansas da Tagima. Ele oferece ao músico controle total sobre o violão na hora de toca-lo amplificado. Ele conta com 4 bandas de equalização, controles de volume, phase, graves, médios e agudos.

Você também encontra no Ventura Tuner um prático afinador cromático. Esta tecnologia permite que você confira uma afinação precisa para o violão, sem destoar dos outros instrumentos, em uma banda. Além disso, durante uma apresentação, para conferir ou efetuar pequenos ajustes na afinação, basta baixar o volume do pré-amp, e rapidamente afinar seu violão.

Versão Nylon

Na foto postada na parte superior direita do artigo, você já pôde ver o Tagima Ventura Nylon. Muitos afirmam que o Tagima Ventura foi desenvolvido nos moldes dos violões da linha APX da Yamaha, mais precisamente do histórico APX9NA. Bem, pode até ser, ainda que com muitas diferenças no desenho do corpo. O Ventura Nylon possui um timbre bem característico de violões Semi-Flat, mas com detalhes bem específicos.

O Ventura Nylon da Tagima, por ter no braço a madeira Mogno e ainda outras características, oferece aos músicos algo que muitas vezes falta em violões com cordas de Nylon, que é o Sustain nas notas e o grave mais encorpado. Seu timbre é bem brilhante, médios bem estralados, mas seus graves se bem equalizados, pode trazer um timbre mais encorpado ao violão. Vale apena conferir, o Ventura Nylon é realmente um violão que impressiona.

Um violão tanto para execuções de MPB, músicas mais ritmadas, dedilhados, como batidas rápidas de um pop-rock. Lembrando, que nesta versão o Ventura possui belas tarraxas douradas.

Tagima Ventura Steel

tagima ventura steel Violões Tagima Ventura Tuner (Review)

A versão Nylon do Ventura, é popularmente chamada de Ventura Steel. O violão possui tarraxas blindadas e cromadas, que seguram muito bem a afinação e conta com uma sonoridade bem aberta, principalmente se adicionadas a ele cordas de tensão leve a média (.009 ou .0010). Um violão ideal para se executar a base do novo ritmo do momento Sertanejo Universitário.

Mas se curte um rock, um encordoamento .011 pode trazer ao Ventura Steel mais peso nas notas graves e definir mais os timbres de cada nota, de cada corda, ideal para solos.

E para encerrar, curta o vídeo do Sergio Hinds executando o Tagima Ventura Steel.

0 Violões Tagima Ventura Tuner (Review)

Não esqueça que para saber mais sobre estes violões, bem como comprá-los, basta acessar a loja Mundomax no seguinte link: http://www.mundomax.com.br/search/?search=35674+29828

E até a próxima!

Guitarra ou Violão? Qual comprar Primeiro?

violao ou guitarra Guitarra ou Violão? Qual comprar Primeiro?

O Blogmax é sem dúvida nenhuma o líder nacional em Artigos sobre Violão e Guitarra. Já demos dicas de Como comprar um Violão Bom e Barato? e Qual Guitarra Estudante Escolher? e já indicamos por aqui “many” modelos e marcas de instrumentos. Mas o mais impressionante é que sempre pintam novas dúvidas e novos questionamentos, por isso nosso blog mantém-se sempre movimentado. E em ano Rock and Rio e tudo mais, uma dúvida que não quer calar: Afinal o que eu compro primeiro: Um Violão ou uma Guitarra?

Bem, se você está em dúvida eu afirmo sem pestanejar: Compre um Violão! E se você ainda estiver em dúvida de que tipo de violão comprar eu afirmo novamente: Compre um Violão com cordas de Nylon! (Bem mais tarde eu explico).

Quem deve comprar Guitarra

Para quem está começando no mundo da música, e principalmente, não sabe fazer ainda nem um acorde; para começar direto na guitarra tem que estar muito bem decidido. Exatamente, tem que realmente querer ser guitarrista, já estar com planos de tocar na Igreja, na banda com os amigos, em barzinho… enfim. Digo isso porque o aprendizado além de ser um pouco mais arduo, estamos falando de um instrumento que é mais caro, e que depende de mais acessórios. Por exemplo, de nada adianta ter uma guitarra sem um amplificador. Isso torna impossível o aprendizado.

Porém, para quem quer ser guitarrista começar já na guitarra é excelente. Isso porque não vai sofrer readaptação de braço, nem de cordas e nem sofrer com a diferença de tocabilidade.

Então se o seu negócio é guitarra mesmo, e você não tem dúvida disso, vai com tudo na guitarra.

Qual guitarra Comprar?

memphis tagima mg32t Guitarra ou Violão? Qual comprar Primeiro?A não ser que você já tenha em mente o modelo exato que você quer adquirir. De um modo geral as guitarras com modelo Stratocaster são as ideais. Principalmente porque elas são as mais versáteis, e no aprendizado vão facilitar a sua performance nos mais variados ritmos e timbres.

Como quem está começando nem sempre está “disposto” a pagar horrores em uma guitarra profissional. Normalmente temos que nos contentar com as mais simples, certo? Errado, totalmente errado, já foi o tempo em que as guitarras para iniciantes eram ruins e sem qualidade sonora (é claro que ainda existem algumas principalmente as ditas “sem marca”). Bom eu normalmente indico dois modelos, uma linha da Tagima e uma linha da Giannini.

A Tagima é a MG32, confira o review que fizemos sobre ela: Guitarras Memphis by Tagima MG32 e MG32T

A Giannini é a linha GGX, também confira nosso review sobre esta linha: Novas Guitarras Giannini: GGX-1S, GGX-1H, GGX-1HH

Isso sem contar que possuímos em nossa loja Kits de Guitarras com preços pra lá baratos, Confira!

Os que definitivamente devem comprar um Violão

Na briga entre Violão x Guitarra, para quem está começando, eu sempre acabo pendendo para o violão. Isso porque é simples de aprender, basta um pouco de perseverança e paixão pela música. Mas, tentando ser o mais imparcial possível eu afirmo, se você tem dúvidas sobre se realmente quer ser um guitarrista, e está em dúvida entre Violão ou Guitarra, pense bem, respire, conte até 10 e compre um violão.

O fato é que se você não está bem posicionado como um futuro guitarrista, inciar na guitarra pode ser um erro enorme e você pode facilmente desanimar e desistir do aprendizado. Sem contar nesta altura você já terá comprado uma Guitarra, um cubo, palhetas, capa… e gastado no mínimo uns R$ 500,00. Enquanto violão, você encontra por aí um bom até por R$ 150,00.

Violão Nylon GCX15 Giannini Guitarra ou Violão? Qual comprar Primeiro?Violão com cordas de Nylon

Agora para quem está em dúvida até se quer aprender a tocar. O ideal aqui, para 99% dos casos, é um violão acústico com cordas de Nylon. Isso porque ele é macio, suas cordas de nylon não agridem tanto os dedos, e o fato de ser acústico o deixa bem mais em conta.

Para a maioria destas pessoas o Violão GCX15 da Giannini atende muito bem. Boa marca, boa reputação e boa sonoridade, Veja ele Aqui.

E se você quiser mais dicas para comprar seu primeiro Violão, leia este artigo: Como comprar um Violão Bom e Barato?

Bem, hoje ficamos por aqui. Nós da Mundomax esperamos ter ajudado você com este simples artigo.

A História e a Origem do Violão

historia do violao A História e a Origem do Violão

Sem dúvida, o Violão é um dos assuntos mais comentados neste blog, mas percebi hoje que nunca contamos aqui a História do Violão. Procurei, pesquisei, li muito sobre o assunto e descobri que a Origem do Violão é no mínimo curiosa, para não dizer, impressionante. Bem, vamos a ela:

Na verdade, quando se fala na Origem do Violão, surgem sempre duas hipóteses prováveis. Uma delas é de que o violão tenha sido derivado do Alaúde Caldeu-Assírio, que os Egípcios, os Persas e os Árabes levaram junto para a Espanha. A outra hipótese é de que o violão sofreu diversas transformações e adaptações a partir de um instrumento grego denominado Kethara Grega ou Assíria (que foi precursora da Cítara ou Fidícula romana), da Rotta ou Crotta medieval inglesa e, finalmente, da Vihuela que surgiu na Espanha no Século XVI. Porém, a origem do Violão data de muito antes, muito mesmo, cerca de 2000 anos Antes de Cristo.

A Origem do Violão

Na antiga Babilônia arqueologistas encontraram placas de barro com figuras seminuas tocando instrumentos musicais, muitos deles similares ao violão atual (1900-1800 a.C). Um exame mais detalhado nos mostra que há diferenças significativas no corpo e no braço.

O fundo é chato, portanto sem relação com o alaúde, de fundo côncavo. As cordas são pulsadas pela mão direita, mas o número de cordas não é preciso mas em algumas placas pelo menos duas cordas são visíveis. Indícios de instrumentos similares ao violão foram encontrados em cidades como Assíria, Susa e Luristan.

EGITO: O único instrumento de cordas pulsadas era a HARPA de formato côncavo que depois foi acrescentada de um braço com trastes cuidadosamente marcados e cordas feitas de tripa animal. Pouco tempo depois estas características se combinariam e evoluíram para um instrumento ainda mais próximo do violão.

ROMA: Instrumento totalmente de madeira surge (30 a.C-400 d.C) . O tampo que antes era de couro cru (semelhante ao banjo) agora é de madeira e possui cinco buracos. É importante frisar que nas catacumbas egípcias foram encontradas instrumentos com leves curvas características do violão.

O primeiro instrumento de cordas europeu, de origem medieval data de 300 anos depois de Cristo, e possuía um corpo arredondado que se interligava com um braço de comprimento considerável. Este tipo de instrumento foi utilizado por muitos anos e foi o antepassado provavelmente da teorba.

Há também a descrição de outro instrumento datado da Dinastia Carolingian que pode ser de origem tanto alemã como francesa.Este instrumento possuía formato retangular e seu corpo era equivalente ao seu braço.

Em ilustrações pode se observar que na “mão ” do instrumento ( de formato arredondado) se encontravam de quatro e as vezes cinco tarraxas de afinação, com um número de cordas equivalente. Este instrumento manteve seu formato e suas definições até o século quatorze.

Alaúde A História e a Origem do Violão

Alaúde

Paralelamente á este instrumento, outro começou a se desenvolver. Possuía leves curvas nas laterais do corpo tornando-o mais anatômico e confortável. Descrições deste instrumento foram encontradas em catedrais inglesas, espanholas e francesas datadas do fim do século quatorze. Surgia então a guitarra.

É importante frisar que haviam distinções, como a guitarra Latina e a guitarra Morisca. A guitarra Morisca , como o nome indica, tinha origem Moura, devido a colonização da Espanha e da África do Norte.

Este instrumento possuía um corpo oval e o tampo possuía vários furos ornamentados chamados de Rosetas. Era totalmente remanescente do Alaúde, e dentro deste conceito uma série de outros modelos, com diferentes números de cordas também existiam . 

Já a guitarra Latina , tinha as curvas nas laterais do corpo que marcariam o desenho já quase definitivo do instrumento. A guitarra latina ( assim como a Morisca ) gozavam de grande popularidade e gosto na Europa Medieval.

guitarra latina A História e a Origem do Violão

Guitarra Latina

Essa popularidade se devia principalmente a presença dos “Trovadores”, músicos de natureza nômade que com suas performances e constantes viagens enriqueceram a cultura européia e impulsionaram a popularidade e reconhecimento do instrumento.

Até a Idade Média as informações sobre a guitarra eram obtidas de maneira indireta na sua maioria, através de afrescos, pinturas e pequenas anotações da época. A partir do período Barroco, as informações sobre instrumentos em geral e sobre música são muito mais claras e precisas.

Embora não seja bem definida, pois existem segundo musicólogos várias teorias para o sua criação, como dito no início do texto, hodiernamente apresentam-se duas, citadas por Emílio Pujol na sua conferência de nome “La guitarra y su História” que ocorreu em Paris no dia 9 de Novembro de 1928, onde resolveu que:

A primeira hipótese é de que o Violão seria derivado da chamada “Khetara grega”, que com o domínio do Império Romano, passou a se chamar “Cítara Romana”, era também denominada de “Fidícula”.

Teria chegado á península Ibérica por volta do século I d.C. com os romanos; este instrumento se assemelhava á “Lira” e, posteriormente foram acontecendo as seguintes transformações: os seus braços dispostos da forma da lira foram se unindo, formando uma caixa de ressonância, a qual foi acrescentado um braço de três cravelhas e três cordas, e a esse braço foram feitas divisões transversais (trastes) para que se pudesse obter de uma mesma corda a ser tocado na posição horizontal, com o que ficam estabelecidas as principais características do Violão.

A segunda hipótese é de que o Violão seria derivado do antigo “Alaúde Árabe” que foi levado para a península Ibérica através das invasões muçulmanas, sob o comando de Tariz.

Os mouros islamizados do Maghreb penetraram na Espanha cerca de ( 711 ) e conseguiram vencer o rei visigodo Rodrigo, na batalha de Guadalete. A conquista da península ( 711-718 ), formou um emirado subordinado ao califado de Bagdá.

O Alaúde Árabe que penetrou na península na época das invasões, foi um instrumento que se adaptou perfeitamente á s atividades culturais da época e, em pouco tempo, fazia parte das atividades da côrte. Acreditava-se que desde o século VIII tanto o instrumento de origem grega como o Alaúde Árabe viveram mutuamente na Espanha.

historia violao A História e a Origem do Violão

Isso pode-se comprovar pelas descrições feitas no século XIII, por Afonso, o sábio, rei de Castela e Leão ( 1221-1284 ), que era um trovador e escreveu célebres cantigas através das ilustrações descritas nas cantigas de Santa Maria, que se pode pela primeira vez comprovar que no século XIII existiram dois instrumentos distintos convivendo juntos.

O primeiro era chamado de “Guitarra Moura” e era derivado do Alaúde Árabe. Este instrumento possuía três pares de cordas e era tocado com um plectro (espécie de palheta ); possuía um som ruidoso. O outro era chamado de “Guitarra Latina”, derivado da Khetara Grega.

Ele tinha o formato de oito com incrustações laterais, o fundo era plano e possuía quatro pares de cordas. Era tocado com os dedos e seu som era suave, sendo que o primeiro estava nas mãos de um instrumentista árabe e o segundo, de um instrumentista romano.

Isso mostra claramente as origens bem distintas dos instrumentos, uma árabe e a outra grega; que coexistiram nessa época na Espanha. Observa-se, portanto, como a origem e a evolução do Violãoorigem violao A História e a Origem do Violão estiveram intimamente ligadas á Espanha e a sua história.

Como surgiu o nome “Violão”?

Em outros países de língua não portuguesa o nome do Violão é guitarra, como pode se ver em inglês (Guitar), francês (Guitare), alemão (Gitarre), italiano (Chitarra), espanhol (Guitarra).

Aqui no Brasil especificamente quando se fala em guitarra quer se denominar o instrumento elétrico chamado Guitarra Elétrica. Isso ocorre porque os portugueses possuem um instrumento que se assemelha muito ao Violão e que seria atualmente equivalente á nossa “Viola Caipira”.

A Viola portuguesa possui as mesmas formas e características do Violão, sendo apenas pouco menor, portanto, quando os portugueses se depararam com a guitarra (Espanhol), que era igual a sua viola sendo apenas maior, colocaram o nome do instrumento no aumentativo, ou seja, Viola para Violão.

Referências Bibliográficas: A Evolução do Violão na História da Múscica / autor : Eduardo Fleury Nogueira / 1991 / São Paulo. História do Violão / autor: Norton Dudeque / 1958 / Curitiba. http://www.violaobrasil.com.br/historia-do-violao

Bem, eu fico por aqui, agora navegue à vontade em nosso blog.

janeiro 09, 2011 Instrumentos Musicais

O Fantástico Clarinete YCL-CXA da Yamaha

yamaha ycl cxa O Fantástico Clarinete YCL CXA da Yamaha

Hoje vamos escrever um artigo atípico aqui no Blogmax. Vamos falar exclusivamente de um Instrumento Musical, de um clarinete, mais especificamente, sem ele ser lançamento, novidade… ou qualquer coisa parecida. Vamos falar sobre Clarinete Yamaha YCL-CX-A por que ele é excepcional e um dos melhores do planeta. Se você achou um exagero da minha parte, das duas uma, ou você não é clarinetista, ou você não conhece este Clarinete. Por isso vamos falar hoje o que este belíssimo instrumento tem a nos oferecer.

O Fantástico Clarinete YCL-CXA da Yamaha

O Clarinete YCL-CXA da Yamaha é totalmente fabricado a mão, ou seja, artesanal. E assim sem ter passado pela linha de produção da fábrica Yamaha, e sim apenas pelas mãos dos cuidadosos Luthiers da marca, este Clarinete apresenta uma construção, acabamento e detalhes das peças, impecáveis.

Outro destaque na construção deste Clarinete é o fato dele ser construído sobre a nobríssima madeira de Granadilha ou Granadilho (granadillo). Para quem não sabe, granadilho é uma árvore leguminosa, cuja madeira é conhecida por macacaúba ou ébano vermelho. No Brasil ela distribui-se por toda a Amazônia. Uma madeira cujo principal característica é a resistência e durabilidade, possui qualidade sonora impressionante. É uma madeira caríssima, delicada e que gera sons incríveis. Foi muito usada para fazer Instrumentos de Sopro na Inglaterra e França durante o século 19. Uma flauta feita de Granadilho pode ser ouvido, por exemplo, na gravação de Bach em suas Sonatas para Flautas.

O Clarinete YCL CXA dispõe de chaves muito bem entalhadas. Tudo para qye o tacto seja leve e uniforme, possibilitando ao clarinetista, uma interpretação excepcional. Lembrando que as chaves são inteiramente de pratas.

Além disso, os clarinetes profissionais YCL CX da Yamaha têm uma entonação muito precisa e soam de maneira consistente em toda a margem de interpretação independente da dinâmica.

Quanto ao timbre do YCL-CX-A, trata-se simplesmente de um espetáculo. Esta raridade tem um som cheio e redondo com uma claridade de tom imediata. Tudo isto graças aos orifícios entalhados e aos anéis de campânula revestidos em prata que melhoraram a presença e abertura do som.

Enfim, este belíssimo clarinete é mais do que um instrumento profissional poderosíssimo, é uma peça de colecionador, instrumento com qualidade rara nos dias hoje. O YCL-CXA da Yamaha é o sonho de qualquer clarinetista… e aliás, nem poderia ser diferente.

Quer saber sobre o YCLCXA da Yamaha, Clique Aqui, e acesse a página do Clarinete em nossa loja.

dezembro 56, 2010 Instrumentos Musicais

Novos Violões Silent Yamaha: SLG-110S e SLG-110N

yamaha silent guitar slg 110n Novos Violões Silent Yamaha: SLG 110S e SLG 110N

Finalmente chegaram ao Brasil os mais novos integrantes da incrível linha Silent da Yamaha. São dois novos e modernos violões. Saem os modelos SLG-100N e SLG-100S e entram os violões SLG-110N e SLG-110S.

Texto de Marketing Yamaha USA para os novos Silent: “Onde há pessoas, há música. E onde estão os músicos, sua música está sempre com eles, esperando para sair. A Yamaha Silent Guitar significa o que você sempre sonhou, e sempre quis tocar, um violão que pode estar com você, onde você quiser.”

A História

O modelo anterior, Yamaha Silent SLG 100N, foi inicialmente introduzido no mercado como resultado da melhor tecnologia (e única) de instrumentos Silents da Yamaha e de sua experiência acumulada durante todos esses anos. Seu design inovador e funcional, junto com a qualidade do som da Yamaha, sempre foram uma referência unânime entre os músicos. Uma das melhores características da série Silent era o seu volume controlável. Junto com o modelo de aço, SLG 100S e o autêntico estilo clássico do SLG120NW, esta série tem oferecido um novo estilo de vida para os guitarristas / violonistas. Além disso, essa série ganhou sua popularidade como um violão perfeito para shows ao vivo. Agora, esses novos modelos são fortemente apoiados e usados por artistas influentes, como Lee Ritenour, Brian May (Queen) e Paul Rogers.

Esta série tem crescido desde a sua primeira versão e é uma unanimidade em vendas no mercado nacional e mundial.

A Nova Série

Com o upgrade nos modelos SLG, a Yamaha chega novamente para estimular o mercado e atingir muito mais os consumidores finais. Esta nova série é fundamentalmente baseada na série atual, com a melhoria da qualidade de som e tocabilidade alcançadas. A Yamaha está confiante de que a nova série SLG venha para solidificar sua posição no mercado.

Mas, o que muda?

Bem, deixamos a propaganda de lado e partimos para o que realmente interessa neste arrtigo: o que os novos Violões Silent da Yamaha trazem de novidade para nós.

Como primeira impressão o que nos novos Violões Silente é o som acústico. Pois é, acreditem, o som acústico. A Yamaha trabalhou para que os Silent SLG-110N e o 110S saíssem com um som acústico muito mais profundo e natural.

yamaha silent controles Novos Violões Silent Yamaha: SLG 110S e SLG 110N

Um outro recurso adicional nesta nova série Silent da Yamaha, são os novos efeitos. Aos já inclusos timbres de Reverb, foram adicionados efeitos de Chorus e Echo, deixando o músico livre para desfrutar de diferentes tipos de efeitos, em circunstâncias diversas.

A Tocabilidade também melhorou. O corpo foi redesenhado, o Cutway foi melhorado para oferecer uma experiência mais confortável aos violonistas.

A Bateria dos Novos Silents da Yamaha também tiveram um upgrade. A vida útil da bateria passou de 7 horas e meia para 13 horas, mesmo com a utilização de efeitos.

Tudo isso, sem contar a sonoridade. Os timbres foram incrivelmente melhorados, estão mais definidos e gama de equalização mais ampla também.

Violão Yamaha Silent SLG-110S

O Headstock do Silent SLG-110S foi projetado para ser menor do que os anteriores, também deixando um espaço menor entre as tarraxas. Tendo recebido uma série de feedbacks de seus usuários, o Headstock foi reformulado mantendo seu equilíbrio ideal para facilitar a afinação.

Violão Yamaha Silent SLG-110N

A Versão Nylon da Linha, comparando com os ortodoxos violões clássicos, está com o braço está muito mais fino, o que permite que os violonistas criem um estilo próprio mais agressivo.

Bem, estás sãos as diferenças básicas entre os novos Violões Silent da Yamaha e os antigos irmãos. Na Loja Mundomax de Instrumentos você pode encontrar estes violões com preços incríveis, Clique Aqui!

dezembro 12, 2010 Instrumentos Musicais

A História do Acordeon

sanfona sanfoneiro A História do Acordeon

O Acordeon: Em bom português podemos chamá-lo de Acordeão, ou como nossos Hermanos Argentinos, Acordeón, ali do lado os Gaúchos chamam de Gaita mesmo, já os nordestinos, criativos como sempre, inventaram talvez o nome mais popular em nosso belo país, a Sanfona.

A Origem

Foi há aproximadamente 2.700 anos antes de Cristo, que foi inventado na China um instrumento denominado Cheng. Que era uma espécie de órgão portátil tocado pelo sopro da boca. Tinha a forma de uma Fanix (aquela ave mítica que renasce das cinzas), que os chineses consideravam o imperador das aves. O Cheng era dividido em 3 partes:

1. Recipiente de ar

2. Canudo de sopro

3. Tubos de bambu

Olhando de longe, o recipiente de ar parece o bojo de um bule de chá. O canudo de sopro tem a forma de um bico de bule ou do pescoço de um cisne. A quantidade dos tubos de bambu variava, porém, a mais usada é a de 17. Interessante é que destes 17 tubos de bambu , 4 não têm a abertura em baixo para entrada do ar, são mudos, são colocados somente por uma questão de estética. Na parte superior do recipiente de ar ou reservatório de ar, existem as perfurações onde são fixados os tubos de bambu e em cada tubo é colocado a lingueta ou palheta, para produzir o som. Este recipiente (espécie de cabaça ) é abastecido constantemente pelo sopro do musico, que tapa com as pontas dos dedos os pequenos orifícios que existem na parte inferior de cada tubo. De acordo com a musica a ser executada ele vai soltando os dedos, podendo formar até acordes. Em cada tubo de bambu há um caixilho próprio para ser colocada a lingueta, presa por uma extremidade e solta na outra , que vibra livremente quando o ar comprimido a agita.

O Cheng é o percursor do Harmónio e do Acordeon, pois foi o primeiro a ser idealizado e construído na família dos instrumentos de palheta.

Bem mais tarde, com a escala cromática, foi realmente que acordeon (ou pelo menos o mais próximo do que conhecemos hoje) teve sua forma melhorada, pode produzir qualquer melodia ou harmonia e inúmeros fabricantes o aperfeiçoaram colocando registros, tanto na mão direita com na esquerda, para maior variedade de sons. Ah, e não podemos deixar de falar que é na Itália em que se fabricam os melhores acordeões, tendo sido os primeiros construídos em 1863 em Castelfidardo, em Ancona, surgindo depois Paolo Soprani e Stradella-Dellapé. Nos EUA há diversas fábricas, sendo a marca Excelsior a mais famosa. Na Alemanha foi construído o primeiro Acordeon em 1822, em Berlim, e daquele país vem a famosíssima marca Hohner.

Bem, resumidamente são estas as origens do Acordeon, o belo instrumento que vem sendo constantemente aperfeiçoado pelos fabricantes que, entusiasmados com sua grande aceitação, procuram melhorá-lo, não só na parte mecânica como também na sonoridade.

acordeão A História do AcordeonO Acordeon no Brasil

O primeiro Acordeon que chegou ao Brasil chamava-se concertina (Acordeon cromático de botão com 120 baixos). O Acordeon tornou-se popular principalmente no nordeste, centro-oeste e sul do Brasil. Os primeiros gêneros (fado, valsa, polca, bugiu, caijun etc.) retratavam o folclore dos imigrantes portugueses, alemães, italianos, franceses e espanhóis.

Porém, no Nordeste (onde o acordeon é conhecido como sanfona), desde o início do século XX, mais precisamente com a construção da malha ferroviária brasileira pelos ingleses, deu-se início a um novo ritmo, o forró, característico do nordeste brasileiro, no qual um dos principais instrumentos musicais é o Acordeon.

No Rio Grande do Sul, o acordeon é mais conhecido como gaita, e a gaita-ponto (acordeon diatônico) também é conhecido como gaita-botoneira, gaita de botão ou simplesmente botoneira. No sul, especialmente no Rio Grande do Sul, devido ao fato de sua música tradicionalista, ter a gaita como majestade e rainha dos bailes, o instrumento ficou muito conhecido, logo, grandes nomes surgiram, que também foram precursores da música gaúcha, como Adelar Bertussi, Albino Manique, Edson Dutra, Porca Véia, Renato Borghetti, dentre outros.

Como Funciona um Acordeon?

acordeon A História do Acordeon

Há dois tipos de acordeon, o diatônico ou piano e o cromático, apresentando botões dos dois lados, sendo que no lado direito a disposição dos botões segue a ordem das escalas cromáticas. Além desses tipos, hoje existe o acordeon de baixo solto que é construído com o campo esquerdo do piano, sendo possível formar acordes mais sofisticados.

O instrumento consiste em duas caixas retangulares dispostas em posição vertical ligadas entre si por um fole de cartão plissado. Dentro das caixas estão as palhetas que, acionadas pela agitação de dois tipos de teclado, emitem som pela vibração da passagem do ar que é empurrado através dos movimentos do fole. O peso do acordeom pode variar de dois a dezesseis quilos.

O que são os Baixos?

Os baixos são botões tocados com a mão esquerda que exercem função ou de baixo (como a tuba numa banda ou a mão esquerda em uma valsa para piano), tocando notas e acordes, num ritmo determinado pelo estilo de música (podem também ser pisados o baixo e o acorde simultâneamente para exercer a função do teclado em uma banda de rock) ou de baixo-livre (como os pedais em um órgão), mais usado em peças clássicas e dobrados.

E os Registros?

Registos são teclas que modificam o som, alternando quais oitavas são tocadas. Localizam-se acima das teclas, no caso do teclado ou então pŕoximos ao fole ou na parte de trás do Acordeon, no caso dos baixos. Os registros mais comuns são: Master (obrigatório, sendo o registo principal, com o som de Acordeon), Bassoon, Piccollo, Musette, Clarinete, Bandoneon, órgão, Violino, Flauta, Flautim, Oboé, Saxofone entre muitos outros, podendo ter até mais de 30 Teclas (repetindo alguns registros para melhor alcance durante a execução da música).

Os Grandes Nomes Brasileiros

Antes de citar alguns Sanfoneiros Brasileiros famosos, deixamos abaixo para ilustrar e te animar, um vídeo de Renato Borghetti, Confira:

Grandes nomes brasileiros representaram o acordeon no Brasil. Abaixo tem uma lista com os principais nomes no instrumento no Brasil.

Zé Do Brejo, Adelar Bertussi, Caçulinha, Adelaide Chiozzo, Albino Manique, Bruno Brizotti, Chico Chagas, Cleberson Horsth, Dominguinhos, Dorgival Dantas, Edson Dutra, Gilberto Monteiro, Hermeto Pascoal, João Pedro Teixeira, Luciano Maia, Luís Carlos Borges, Luiz Gonzaga, Mano Lima, Mario Zan, Mary Terezinha, Nielsen Santos, Oswaldinho do Acordeon, Porca Véia, Renato Borghetti, Robertinho do Acordeon, Roberto Bueno, Sivuca, Tio Bilia, Varguinhas, Waldonys, Bebê Kramer e muitos, mais muitos, outros.

Bem, tentamos aqui expor um pouco sobre a história deste belíssimo instrumento que é o acordeon e explicar um pouco seu funcionamento. Esperamos que tenham gostado, e não esqueçam de dar uma olhada nos Acordeons que possuímos em nossa Loja, Confira! http://www.mundomax.com.br/_acordeons

novembro 38, 2010 Instrumentos Musicais
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